terça-feira, 30 de junho de 2026

Terra ignorante - As privações de Felipe Prasino (2026). Obs:. 22° livro de Felipe Prasino.

Cor: Trigo


Símbolo matemático: negação


Temas: Destaque, disfarce, extenuação, funções, humanidade, organismo, criatura, pertencimento, sujeições, guerras, fome, machismo, genocídio, ignorância


Data aproximada de escrita: abril, maio e junho de 2026


1. Humano quer destaque


Humano quer destaque

O mundo que o mate!


Humano quer destaque

O mundo que o infarte!


Humano quer destaque

O mundo que o desate!


Humano quer destaque 

O mundo que o delate!


Humano quer destaque

O mundo que o formate!


Humano quer destaque

O mundo que o regaste!


Humano quer destaque

O mundo que o empate!


Humano quer destaque

O mundo que o enlate!


Humano quer destaque

O verso que o contate!


Humano quer destaque!

O verso que o contrate!


Humano quer destaque!

O verso que o maltrate!


Humano quer destaque

O verso que o retrate!


Humano quer destaque

O verso que o engate!


Humano quer destaque

O verso que o refrate!


Humano quer destaque

O verso que o abate!


Humano quer destaque

O verso que o acate!


Humano quer destaque

A vida que o remate!


Humano quer destaque

A vida que o difrate!


Humano quer destaque

A vida que o debate!


Humano quer destaque

A vida que o embate!


Humano quer destaque

A vida que o destrate!


Humano quer destaque

A vida que o quilate!


Humano quer destaque

A vida que o hidrate!


Humano quer destaque

A vida que o trate!


Quer destaque

A vida, o mundo

O verso, a ação externa

Humano quer destaque


(Um homem quer destaque

Num mundo que o mate)


2. Maya, não me iluda!


Maya

Você conseguiu me envolver

Não pensava em outra realidade

Você escondeu minhas opções

Travei longos conflitos à toa


Maya

Você conseguiu me corromper

Não desejava uma nova dignidade

Você limitou minhas reações

Provei longas amarguras em vão


Maya, não me iluda!


Quando a vida traz mentira, vício, divisão

Violência, sofrimento, medo, injustiça

Grito, loucura, descaso, antipatia

Você, Maya, consegue seu intento


Quando a vida traz ódio, ciúme, cobiça,

Medo, desânimo, ingratidão, fraqueza

Competição, inimizade, traição, orgulho

Você, Maya, consegue seu sustento


Maya, não me iluda!


Maya, estou me apartando de você

Você percebeu que as mentiras morrem

Aos poucos outros se convencerão

Você prejudicou muitos ignorantes


Maya, estou me protegendo de você

Você reconheceu que os truques falham

As poucos outros se conhecerão

Você incentivou muitos intolerantes


Maya, não me iluda!


Seus poderes não terão aliados

Seus palácios não terão servos

Seu legado não terá prestígio

O esquecimento será seu epitáfio


Suas ações não terão aplausos

Suas ideias não terão seguidores

Seu passado não terá respeito


Maya, não me iluda!


Nossas aptidões crescerão

Sua atuação não será vista

A verdade será a luta da humanidade


Nossos valores ajudarão

Sua incerteza não será aceita

O saber será o guia da posteridade


Maya, não me iluda!


Não me iluda!

Não me iluda!


3. Não lugar (Extenuação existencial)


Meus desejos não me habilitam

Incompreensão da minha afabilidade


Não lugar

(Extenuação existencial)


Meus credos não me veneram

Incompreensão da minha religiosidade


Não lugar

(Extenuação existencial)


Meus exames não me abarrotam

Incompreensão do meu entusiasmo


Não lugar

(Extenuação existencial)


Meus escritos não me retificam

Incomprensão do meu ecletismo


Não lugar

(Extenuação existencial)


Nossos esportes não nos conciliam

Incompreensão da minha corrida


Não lugar

(Extenuação existencial)


Nossos biomas não nos demonstram

Incompreensão da minha floresta


Não lugar

(Extenuação existencial)


Nossos galpões não nos equipam

Incompreensão do meu maquinário


Não lugar

(Extenuação existencial)


Nossos cálculos não nos determinam

Incompreensão do meu conjunto


Não lugar

(Extenuação existencial)


Aquelas extenuações não as equilibram

Incompreensão da minha carga


Não lugar

(Extenuação existencial)


Aqueles lugares não os agasalham

Incompreensão do meu rumo


Não lugar

(Extenuação existencial)


4. Algozes e vítimas (Vítimas e algozes)


Algozes e vítimas

(Vítimas e algozes)


Algozes trucidam magotes

Transmigrações geridas na subjugação

Altercar papéis de facínoras


Algozes trucidam vocabulários

Transmigrações geridas na aculturação

Altercar papéis de etnocentristas


Algozes e vítimas

(Vítimas e algozes)


Algozes trucidam progressos

Transmigrações geridas na rentabilidade

Altercar papéis de conquistadores


Algozes trucidam palpites

Transmigrações geridas na restritividade

Altercar papéis de deturpadores


Algozes e vítimas

(Vítimas e algozes)


Vítimas sanam imperícias

Transmigrações geridas na emancipação

Amainar papéis de serventes


Vítimas sanam angústias

Transmigrações geridas na propalação

Amainar papéis de iletrados


Algozes e vítimas

(Vítimas e algozes)


Vítimas sanam usurpações

Transmigrações geridas na originalidade

Amainar papéis de lavradores


Vítimas sanam infâmias

Transmigrações geridas na flexibilidade

Amainar papéis de segregados


Algozes e vítimas

(Vítimas e algozes)


Algozes e vítimas

(Vítimas e algozes)


5. Telão da Humanidade


Limbo

Inferno

Niflheim

Purgatório

Aqueronte

Kama-Loka

Limbo

Inserção de cosmovisões garbosas


Sheol

Geena

Naraka

Tártaro

Xilbabá

Jahannam

Inserção de cosmovisões garbosas


Ganância, aversão, ignorância

Inquietação, apego, inveja

Assassinato, luxúria, roubo

Preguiça, injustiça, arrogância

Mentira, conivência, rivalidade

Enumeração dos equívocos terrenos


Telão dos equívocos da Humanidade

Telão da Humanidade


Céu

Éden

Jannah

Tlalocan

Casa astral

Terra sem males

Inserção de cosmovisões frutuosas


Orub

Svarga

Valhalla

Devachan

Terra Pura

Campos Elísios

Inserção de cosmovisões frutuosas


Prudência, moderação, coragem

Generosidade, paciência, meditação

Benevolência, retidão, fidelidade

Compaixão, honestidade, gratidão

Discernimento, sobriedade, cooperação

Enumeração dos acertos terrenos


Telão dos acertos da Humanidade

Telão da Humanidade


Quem denotará os equívocos da Humanidade?

Quem denotará os acertos da Humanidade?

Somas dos tentames humanos

Telão da Humanidade


Quem denotará os objetivos da Humanidade?

Quem denotará os encargos da Humanidade?

Saldos dos horizontes humanos

Telão da Humanidade


6. Termos parecidos para o organismo humano


Cavalo

Veículo

Corpo

Matéria

Vaso

Termos parecidos para o organismo humano


Cavalos

Ferramentas incipientes

Manifestações em organismos hospitaleiros


Cavalo

Veículo

Corpo

Matéria

Vaso

Termos parecidos para o organismo humano


Veículos

Ferramentas incipientes

Deslumbramentos em organismos perturbáveis


Cavalo

Veículo

Corpo

Matéria

Vaso

Termos parecidos para o organismo humano


Corpos

Ferramentas incipientes

Disssecações em organismos manipuláveis


Cavalo

Veículo

Corpo

Matéria

Vaso

Termos parecidos para o organismo humano


Matérias

Ferramentas incipientes

Dilacerações em organismos companheiros


Cavalo

Veículo

Corpo

Matéria

Vaso

Termos parecidos para o organismo humano


Vasos

Ferramentas incipientes

Fracionamentos em organismos regeneráveis


Cavalo

Veículo

Corpo

Matéria

Vaso

Termos parecidos para o organismo humano


Organismos

Ferramentas incipientes

Decomposições em organismos inabaláveis


7. A porção incorpórea da criatura (Vento-Alma-Espírito)


Neshana

Centelha

Mônada

Annata

Atman

Nafs

Axé


A porção incorpórea da criatura

(Vento-Alma-Espírito)


Camáquen

Tamashii

Psiquê

Awen

Nhee

Shen

Akh


A porção incorpórea da criatura

(Vento-Alma-Espírito)


Porções incorpóreas embuçadas

Associações refrearam as teses do Espírito

Penalidades patrocinadas por déspotas

Ignorâncias no trato com imigrantes

Derrocadas ovacionadas por impiedosos

Cogitações das represálias oficiais

Fagulhas céticas nos corpos físicos


A porção incorpórea da criatura

(Vento-Alma-Espírito)


Porções incorpóreas patenteadas

Dissidências ativaram os motes do Espírito

Misericórdias patrocinadas por mecenas

Sapiências no trato com habitantes

Içamentos ovacionados por generosos

Efetivações dos preceitos judiciais

Sopros positivos nos corpos físicos


A porção incorpórea da criatura

(Vento-Alma-Espírito)


Clarões em territórios insondados

Clarões em cerrações antecipadas


A porção incorpórea da criatura

(Vento-Alma-Espírito)


8. Perigos do pertencimento


Grupos me incorporaram

Breve, discórdias implantadas

Pertencer aos perigos da zombaria?


Grupos me espezinharam

Breve, discórdias entalhadas

Pertencer aos perigos da propensão?


Grupos me transtornaram

Breve, discórdias impregnadas

Pertencer aos perigos da suposição?


Grupos me afugentaram

Breve, discórdias esmaltadas

Pertencer aos perigos da regalia?


Grupos erradicam minha precariedade?


O povo quer pertencer a qualquer custo?

Perigos do pertencimento


Linhagens me incorporaram

Breve, repulsas implantadas

Pertencer aos perigos do nacionalismo?


Linhagens me espezinharam

Breve, repulsas entalhadas

Pertencer aos perigos do identitarismo


Linhagens me transtornaram

Breve, repulsas impregnadas

Pertencer aos perigos do comunitarismo


Linhagens me afugentaram

Breve, repulsas esmaltadas

Pertencer aos perigos do libertarianismo


Linhagens erradicam minha precariedade?


O povo quer pertencer a qualquer custo?

Perigos do pertencimento


Empresas me incorporaram, espezinharam

Breve, suspeitas implantadas, entalhadas

Pertencer aos perigos do abatimento?


Empresas me transtornaram, afugentaram

Breve, suspeitas impregnadas, esmaltadas

Pertencer aos perigos da apologia?


Empresas erradicam minha precariedade?


O povo quer pertencer a qualquer custo?

Perigos do pertencimento


9. Sujeitos a tudo


"Foi enganada"

"Foi perseguida"

"Foi achincalhada"


"Foi amaldiçoado"

"Foi prejudicado"

"Foi enxotado"


Precaução com o que pode ocorrer!


Sujeitos a tudo


"Foi desacreditada"

"Foi cerceada"

"Foi imitada"


"Foi desassociado"

"Foi intimidado"

"Foi retirado"


Precaução com o que pode ocorrer!


Sujeitos a tudo


Sujeitos estamos à toda desgraça

Impertinências de cidadãos exultantes

Os embrulhos das abnegações assomam

Sujeições, exprimam as abundâncias!


Sujeitos estamos à toda oposição

Impertinências de cidadãos execráveis

Os embrulhos das abnegações abarrotam

Sujeições, exprimam as anuências!


Precaução com o que pode ocorrer!


Sujeitos a tudo


Rudes obtêm mais desavenças

Impertinências de cidadãos rixosos

Os embrulhos das abnegações fendem

Contemporizam malogros, menos ardis

Sujeições, exprimam as consonâncias!


Rudes cedem mais sentenças

Impertinências de cidadãos radicais

Os embrulhos das abnegações eclodem

Contemporizam reveses, menos aleives

Sujeições, exprimam as clemências!


Precaução com o que pode ocorrer!


Sujeitos a tudo


10. Pelejas das massas


Pelejas em épocas de coleta

A pretensão de mandar nas emboscadas?


Pelejas em épocas de retaliação

A pretensão de mandar nos vereditos?


Pelejas internas e externas

Pelejas das massas


Pelejas em épocas de retraimento

A pretensão de mandar nas fabulações?


Pelejas em épocas de subordinação

A pretensão de mandar nos acervos?


Pelejas internas e externas

Pelejas das massas


Pelejas em épocas de autonomia

A pretensão de mandar nas ramificações?


Pelejas em épocas de remodelação

A pretensão de mandar nos ornamentos?


Pelejas internas e externas

Pelejas das massas


Pelejas em fórmulas religiosas

A pretensão de mandar nas exortações?


Pelejas em fórmulas políticas

A pretensão de mandar nos sufrágios ?


Pelejas tácitas e proferidas

Pelejas das massas


Pelejas em fórmulas culturais

A pretensão de mandar nas solenidades?


Pelejas em fórmulas artísticas

A pretensão de mandar nos significados?


Pelejas tácitas e proferidas

Pelejas das massas


Pelejas em fórmulas científícas

A pretensão de mandar nas premissas?


Pelejas em fórmulas esportivas

A pretensão de mandar nos subsídios?


Pelejas tácitas e proferidas

Pelejas das massas


11. Fome, realidade perpetuada


Volumes de Geografia já classificavam

Conferências otimistas, mas improfícuas

A fome permanece demarcando


Fome, realidade perpetuada


Ora no Terceiro Mundo

Ora no Mundo subdesenvolvido

Ora no Mundo em desenvolvimento

Ora no Sul Global

A fome é uma realidade exarcebada

Não é uma realidade amenizada


Fome, realidade perpertuada


Volumes de História já noticiavam

Justificativas simplistas, mas execráveis

A fome permanece impulsionada


Fome, realidade perpetuada


Ora na comunidade

Ora na província

Ora na metrópole

Ora na esfera terrestre

A fome é uma realidade alastrada

Não é uma realidade centralizada


Fome, realidade perpetuada


Volumes de Filosofia já assinalavam

Volumes de Sociologia já elucidavam

Conjecturas pessimistas, mas genuínas

A fome permanece insulando


Fome, realidade perpetuada


Ora no âmago, na veia

Ora no ventre, na agonia

A fome é uma realidade estipulada

Não é uma realidade improvisada


Fome, realidade perpetuada


Averiguar a fome

Mensurar a fome


Fome, realidade perpetuada


Interpretar a fome

Solucionar a fome


Fome, realidade perpetuada


12. Longeva discriminação telúrica


Prepotência dos homens

Sofrimento das mulheres


Longeva discriminação telúrica


Sociedades patriarcais como regra

Sociedades matriarcais como exceção


Longeva discriminação telúrica


Divisão sexual do trabalho renumerado

Divisão sexual do trabalho familiar


Longeva discriminação telúrica


Cultura da parternidade dispensável

Cultura da maternidade compulsória


Longeva discriminação telúrica


Talentos vigorosos notabilizados

Talentos delicados secundarizados

Preferências por talhes moderados

Preferências por braços pujantes


Longeva discriminação telúrica


Religiões que aviltam intimidades maritais

Religiões que obstruem paridades clericais


Longeva discriminação telúrica


Xaropes fascinantes aos vultos de Marte

Xaropes repugnantes aos vultos de Vênus


Longeva discriminação telúrica


Autores com produções condecoradas

Autoras com produções interrogadas


Longeva discriminação telúrica


Habilidades manuais atribuídas às jovens 

Habilidades racionais atribuídas aos jovens


Longeva discriminação telúrica


Escopos rebuçados em diários insólitos

Escopos notificados em jornais prosaicos

Alheamento dos homens

Resiliência das mulheres


Longeva discriminação telúrica


13. Genocídios e epistemicídios (Alexandrias destruídas todos os dias)


XCartago, ano 146 antes da Era Comum

Gália, ano 58 a 50 antes da Era Comum

Changping, ano 260 antes da Era Comum

Jerusalém, ano 70 da Era Comum


Gaza, 2025

Ruanda, 1994

Europa, 1941

Namíbia, 1904


Genocídios e epistemicídios

(Alexandrias destruídas todos os dias)


Ucrânia, 1932

Armênia, 1915

França, 1209 e 1572

Congo, 1908


Bósnia, 1995

Ucrânia, 2022

Hama, 1982

Estados Unidos, século XIX


Genocídios e epistemicídios

(Alexandrias destruídas todos os dias)


Camboja, 1979

Iraque e Síria, 2015

República Democrática do Congo, 1996

Austrália, 1951


Guatemala, 1982

Brasil, 2021 e 2023

Nagorno-Karabakh, 2023

Palestina, 1949


Genocídios e epistemicídios

(Alexandrias destruídas todos os dias)


Nanquim, 1938

Xinjiang, 2016

China, 1960

Nova Zelândia, 1835 e 1863


Atlântico, século 18

África, século 19

Ásia, século 19

Oceânia, século 19

América, século 16


Genocídios e epistemicídios

(Alexandrias destruídas todos os dias)


Feminicídio, todos os séculos

Racismo, todos os séculos

Racismo ambiental, todos os séculos

Etnocídio, todos os séculos

Povos originários, todos os séculos


Aquecimento global, todos os séculos

Desmatamento, todos os séculos

Degradação do solo, todos os séculos

Mineração, todos os séculos

Desertificação, todos os séculos


Genocídios e epistemicídios

(Alexandrias destruídas todos os dias)


Omissões ocasionam genocídios, epistemícidos

Ignorâncias ocasionam genocídios, epistemicídios

Exasperações ocasionam genocídio, epistemícidios

Intemperanças ocasionam genocídios, epistemicídios


Friezas ocasionam genocídios, epistemicídios

Ojerizas ocasionam genocídios, epistemicídios

Dominações ocasionam genocídios, epistemicídios

Emulações ocasionam genocídios, epistemicídios


Genocídios e epistemicídios

(Alexandrias destruídas todos os dias)


14. Terra ignorante


Senhor, conceda-me lucidez

Lucidez para enfrentar a Terra ignorante

A Terra dos ignorantes

Terra ignorante


Será realmente não assimilam

Será que realmente querem assimilar?


Senhor, conceda-me doçura

Doçura para aplacar a Terra ignorante

A Terra dos ignorantes

Terra ignorante


Será que realmente não deliberam

Será que realmente querem deliberar?


Lemúria, Atlântida

Excertos mencionados em vertentes espiritualistas

Como historiar a Terra ignorante?


Psicoferas, noosferas

Registros akháshicos

Como catalogar a Terra ignorante?


Messias arrumará a Terra dos ignorantes

Terra ignorante


Senhor, conceda-me robustez

Robustez para desvendar a Terra ignorante

A Terra dos ignorantes

Terra ignorante


Será que realmente não apreciam

Será que realmente querem apreciar?


Senhor, conceda-me ternura

Ternura para perdoar a Terra ignorante

A Terra dos ignorantes

Terra ignorante


Será que realmente execram?

Sera que realmente querem execrar?


Explorações, migrações

Excertos mencionados em correntes acadêmicas

Como rastrear a Terra ignorante?


Pangeia, Pantalassa

Excertos mencionados em teorias geológicas 

Como repartir a Terra ignorante?


Maitreya arrumará a Terra dos ignorantes

Terra ignorante


Senhor, conceda-me diretriz

Diretriz para escrutinar a Terra ignorante

A Terra dos Ignorantes

Terra dos ignorantes


Será realmente não transmutam?

Será que realmente querem transmutar?


É proibida a reprodução desta obra sem a devida citação/menção do autor.


Todos os direitos reservados.


Aviso: estes poemas foram escritos com o auxílio de Inteligência Artificial (IA).

A Inteligência Artificial utilizada foi, principalmente, da Google (Gemini).


Esta Inteligência Artificial foi utilizada na busca de sinônimos para as palavras constantes nos poemas.


Esta Inteligência Artificial também foi utilizada para detecção de inconsistências gramaticais, ortográficas e semânticas constantes nos versos.


Esta Inteligência Artificial foi utilizada para a busca dos significados de algumas palavras e termos constantes nos poemas.


Esta Inteligência Artificial não foi utilizada para a criação total e/ou parcial de versos e/ou estrofes dos poemas.


O autor analisou alguns poemas do livro usando a Inteligência Artificial do X (Grok), devido a necessidade de ter uma interpretação poética alheia a seu trabalho.

Essas análises foram realizadas a título opinativo, não influindo na correção e/ou alteração dos versos dos poemas.