terça-feira, 30 de junho de 2026

Terra ignorante - As privações de Felipe Prasino (2026). Obs:. 22° livro de Felipe Prasino.

Cor: Trigo


Símbolo matemático: negação


Temas: Destaque, disfarce, extenuação, funções, humanidade, organismo, criatura, pertencimento, sujeições, guerras, fome, machismo, genocídio, ignorância


Data aproximada de escrita: abril, maio e junho de 2026


1. Humano quer destaque


Humano quer destaque

O mundo que o mate!


Humano quer destaque

O mundo que o infarte!


Humano quer destaque

O mundo que o desate!


Humano quer destaque 

O mundo que o delate!


Humano quer destaque

O mundo que o formate!


Humano quer destaque

O mundo que o regaste!


Humano quer destaque

O mundo que o empate!


Humano quer destaque

O mundo que o enlate!


Humano quer destaque

O verso que o contate!


Humano quer destaque!

O verso que o contrate!


Humano quer destaque!

O verso que o maltrate!


Humano quer destaque

O verso que o retrate!


Humano quer destaque

O verso que o engate!


Humano quer destaque

O verso que o refrate!


Humano quer destaque

O verso que o abate!


Humano quer destaque

O verso que o acate!


Humano quer destaque

A vida que o remate!


Humano quer destaque

A vida que o difrate!


Humano quer destaque

A vida que o debate!


Humano quer destaque

A vida que o embate!


Humano quer destaque

A vida que o destrate!


Humano quer destaque

A vida que o quilate!


Humano quer destaque

A vida que o hidrate!


Humano quer destaque

A vida que o trate!


Quer destaque

A vida, o mundo

O verso, a ação externa

Humano quer destaque


(Um homem quer destaque

Num mundo que o mate)


2. Maya, não me iluda!


Maya

Você conseguiu me envolver

Não pensava em outra realidade

Você escondeu minhas opções

Travei longos conflitos à toa


Maya

Você conseguiu me corromper

Não desejava uma nova dignidade

Você limitou minhas reações

Provei longas amarguras em vão


Maya, não me iluda!


Quando a vida traz mentira, vício, divisão

Violência, sofrimento, medo, injustiça

Grito, loucura, descaso, antipatia

Você, Maya, consegue seu intento


Quando a vida traz ódio, ciúme, cobiça,

Medo, desânimo, ingratidão, fraqueza

Competição, inimizade, traição, orgulho

Você, Maya, consegue seu sustento


Maya, não me iluda!


Maya, estou me apartando de você

Você percebeu que as mentiras morrem

Aos poucos outros se convencerão

Você prejudicou muitos ignorantes


Maya, estou me protegendo de você

Você reconheceu que os truques falham

As poucos outros se conhecerão

Você incentivou muitos intolerantes


Maya, não me iluda!


Seus poderes não terão aliados

Seus palácios não terão servos

Seu legado não terá prestígio

O esquecimento será seu epitáfio


Suas ações não terão aplausos

Suas ideias não terão seguidores

Seu passado não terá respeito


Maya, não me iluda!


Nossas aptidões crescerão

Sua atuação não será vista

A verdade será a luta da humanidade


Nossos valores ajudarão

Sua incerteza não será aceita

O saber será o guia da posteridade


Maya, não me iluda!


Não me iluda!

Não me iluda!


3. Não lugar (Extenuação existencial)


Meus desejos não me habilitam

Incompreensão da minha afabilidade


Não lugar

(Extenuação existencial)


Meus credos não me veneram

Incompreensão da minha religiosidade


Não lugar

(Extenuação existencial)


Meus exames não me abarrotam

Incompreensão do meu entusiasmo


Não lugar

(Extenuação existencial)


Meus escritos não me retificam

Incomprensão do meu ecletismo


Não lugar

(Extenuação existencial)


Nossos esportes não nos conciliam

Incompreensão da minha corrida


Não lugar

(Extenuação existencial)


Nossos biomas não nos demonstram

Incompreensão da minha floresta


Não lugar

(Extenuação existencial)


Nossos galpões não nos equipam

Incompreensão do meu maquinário


Não lugar

(Extenuação existencial)


Nossos cálculos não nos determinam

Incompreensão do meu conjunto


Não lugar

(Extenuação existencial)


Aquelas extenuações não as equilibram

Incompreensão da minha carga


Não lugar

(Extenuação existencial)


Aqueles lugares não os agasalham

Incompreensão do meu rumo


Não lugar

(Extenuação existencial)


4. Algozes e vítimas (Vítimas e algozes)


Algozes e vítimas

(Vítimas e algozes)


Algozes trucidam magotes

Transmigrações geridas na subjugação

Altercar papéis de facínoras


Algozes trucidam vocabulários

Transmigrações geridas na aculturação

Altercar papéis de etnocentristas


Algozes e vítimas

(Vítimas e algozes)


Algozes trucidam progressos

Transmigrações geridas na rentabilidade

Altercar papéis de conquistadores


Algozes trucidam palpites

Transmigrações geridas na restritividade

Altercar papéis de deturpadores


Algozes e vítimas

(Vítimas e algozes)


Vítimas sanam imperícias

Transmigrações geridas na emancipação

Amainar papéis de serventes


Vítimas sanam angústias

Transmigrações geridas na propalação

Amainar papéis de iletrados


Algozes e vítimas

(Vítimas e algozes)


Vítimas sanam usurpações

Transmigrações geridas na originalidade

Amainar papéis de lavradores


Vítimas sanam infâmias

Transmigrações geridas na flexibilidade

Amainar papéis de segregados


Algozes e vítimas

(Vítimas e algozes)


Algozes e vítimas

(Vítimas e algozes)


5. Telão da Humanidade


Limbo

Inferno

Niflheim

Purgatório

Aqueronte

Kama-Loka

Limbo

Inserção de cosmovisões garbosas


Sheol

Geena

Naraka

Tártaro

Xilbabá

Jahannam

Inserção de cosmovisões garbosas


Ganância, aversão, ignorância

Inquietação, apego, inveja

Assassinato, luxúria, roubo

Preguiça, injustiça, arrogância

Mentira, conivência, rivalidade

Enumeração dos equívocos terrenos


Telão dos equívocos da Humanidade

Telão da Humanidade


Céu

Éden

Jannah

Tlalocan

Casa astral

Terra sem males

Inserção de cosmovisões frutuosas


Orub

Svarga

Valhalla

Devachan

Terra Pura

Campos Elísios

Inserção de cosmovisões frutuosas


Prudência, moderação, coragem

Generosidade, paciência, meditação

Benevolência, retidão, fidelidade

Compaixão, honestidade, gratidão

Discernimento, sobriedade, cooperação

Enumeração dos acertos terrenos


Telão dos acertos da Humanidade

Telão da Humanidade


Quem denotará os equívocos da Humanidade?

Quem denotará os acertos da Humanidade?

Somas dos tentames humanos

Telão da Humanidade


Quem denotará os objetivos da Humanidade?

Quem denotará os encargos da Humanidade?

Saldos dos horizontes humanos

Telão da Humanidade


6. Termos parecidos para o organismo humano


Cavalo

Veículo

Corpo

Matéria

Vaso

Termos parecidos para o organismo humano


Cavalos

Ferramentas incipientes

Manifestações em organismos hospitaleiros


Cavalo

Veículo

Corpo

Matéria

Vaso

Termos parecidos para o organismo humano


Veículos

Ferramentas incipientes

Deslumbramentos em organismos perturbáveis


Cavalo

Veículo

Corpo

Matéria

Vaso

Termos parecidos para o organismo humano


Corpos

Ferramentas incipientes

Disssecações em organismos manipuláveis


Cavalo

Veículo

Corpo

Matéria

Vaso

Termos parecidos para o organismo humano


Matérias

Ferramentas incipientes

Dilacerações em organismos companheiros


Cavalo

Veículo

Corpo

Matéria

Vaso

Termos parecidos para o organismo humano


Vasos

Ferramentas incipientes

Fracionamentos em organismos regeneráveis


Cavalo

Veículo

Corpo

Matéria

Vaso

Termos parecidos para o organismo humano


Organismos

Ferramentas incipientes

Decomposições em organismos inabaláveis


7. A porção incorpórea da criatura (Vento-Alma-Espírito)


Neshana

Centelha

Mônada

Annata

Atman

Nafs

Axé


A porção incorpórea da criatura

(Vento-Alma-Espírito)


Camáquen

Tamashii

Psiquê

Awen

Nhee

Shen

Akh


A porção incorpórea da criatura

(Vento-Alma-Espírito)


Porções incorpóreas embuçadas

Associações refrearam as teses do Espírito

Penalidades patrocinadas por déspotas

Ignorâncias no trato com imigrantes

Derrocadas ovacionadas por impiedosos

Cogitações das represálias oficiais

Fagulhas céticas nos corpos físicos


A porção incorpórea da criatura

(Vento-Alma-Espírito)


Porções incorpóreas patenteadas

Dissidências ativaram os motes do Espírito

Misericórdias patrocinadas por mecenas

Sapiências no trato com habitantes

Içamentos ovacionados por generosos

Efetivações dos preceitos judiciais

Sopros positivos nos corpos físicos


A porção incorpórea da criatura

(Vento-Alma-Espírito)


Clarões em territórios insondados

Clarões em cerrações antecipadas


A porção incorpórea da criatura

(Vento-Alma-Espírito)


8. Perigos do pertencimento


Grupos me incorporaram

Breve, discórdias implantadas

Pertencer aos perigos da zombaria?


Grupos me espezinharam

Breve, discórdias entalhadas

Pertencer aos perigos da propensão?


Grupos me transtornaram

Breve, discórdias impregnadas

Pertencer aos perigos da suposição?


Grupos me afugentaram

Breve, discórdias esmaltadas

Pertencer aos perigos da regalia?


Grupos erradicam minha precariedade?


O povo quer pertencer a qualquer custo?

Perigos do pertencimento


Linhagens me incorporaram

Breve, repulsas implantadas

Pertencer aos perigos do nacionalismo?


Linhagens me espezinharam

Breve, repulsas entalhadas

Pertencer aos perigos do identitarismo


Linhagens me transtornaram

Breve, repulsas impregnadas

Pertencer aos perigos do comunitarismo


Linhagens me afugentaram

Breve, repulsas esmaltadas

Pertencer aos perigos do libertarianismo


Linhagens erradicam minha precariedade?


O povo quer pertencer a qualquer custo?

Perigos do pertencimento


Empresas me incorporaram, espezinharam

Breve, suspeitas implantadas, entalhadas

Pertencer aos perigos do abatimento?


Empresas me transtornaram, afugentaram

Breve, suspeitas impregnadas, esmaltadas

Pertencer aos perigos da apologia?


Empresas erradicam minha precariedade?


O povo quer pertencer a qualquer custo?

Perigos do pertencimento


9. Sujeitos a tudo


"Foi enganada"

"Foi perseguida"

"Foi achincalhada"


"Foi amaldiçoado"

"Foi prejudicado"

"Foi enxotado"


Precaução com o que pode ocorrer!


Sujeitos a tudo


"Foi desacreditada"

"Foi cerceada"

"Foi imitada"


"Foi desassociado"

"Foi intimidado"

"Foi retirado"


Precaução com o que pode ocorrer!


Sujeitos a tudo


Sujeitos estamos à toda desgraça

Impertinências de cidadãos exultantes

Os embrulhos das abnegações assomam

Sujeições, exprimam as abundâncias!


Sujeitos estamos à toda oposição

Impertinências de cidadãos execráveis

Os embrulhos das abnegações abarrotam

Sujeições, exprimam as anuências!


Precaução com o que pode ocorrer!


Sujeitos a tudo


Rudes obtêm mais desavenças

Impertinências de cidadãos rixosos

Os embrulhos das abnegações fendem

Contemporizam malogros, menos ardis

Sujeições, exprimam as consonâncias!


Rudes cedem mais sentenças

Impertinências de cidadãos radicais

Os embrulhos das abnegações eclodem

Contemporizam reveses, menos aleives

Sujeições, exprimam as clemências!


Precaução com o que pode ocorrer!


Sujeitos a tudo


10. Pelejas das massas


Pelejas em épocas de coleta

A pretensão de mandar nas emboscadas?


Pelejas em épocas de retaliação

A pretensão de mandar nos vereditos?


Pelejas internas e externas

Pelejas das massas


Pelejas em épocas de retraimento

A pretensão de mandar nas fabulações?


Pelejas em épocas de subordinação

A pretensão de mandar nos acervos?


Pelejas internas e externas

Pelejas das massas


Pelejas em épocas de autonomia

A pretensão de mandar nas ramificações?


Pelejas em épocas de remodelação

A pretensão de mandar nos ornamentos?


Pelejas internas e externas

Pelejas das massas


Pelejas em fórmulas religiosas

A pretensão de mandar nas exortações?


Pelejas em fórmulas políticas

A pretensão de mandar nos sufrágios ?


Pelejas tácitas e proferidas

Pelejas das massas


Pelejas em fórmulas culturais

A pretensão de mandar nas solenidades?


Pelejas em fórmulas artísticas

A pretensão de mandar nos significados?


Pelejas tácitas e proferidas

Pelejas das massas


Pelejas em fórmulas científícas

A pretensão de mandar nas premissas?


Pelejas em fórmulas esportivas

A pretensão de mandar nos subsídios?


Pelejas tácitas e proferidas

Pelejas das massas


11. Fome, realidade perpetuada


Volumes de Geografia já classificavam

Conferências otimistas, mas improfícuas

A fome permanece demarcando


Fome, realidade perpetuada


Ora no Terceiro Mundo

Ora no Mundo subdesenvolvido

Ora no Mundo em desenvolvimento

Ora no Sul Global

A fome é uma realidade exarcebada

Não é uma realidade amenizada


Fome, realidade perpertuada


Volumes de História já noticiavam

Justificativas simplistas, mas execráveis

A fome permanece impulsionada


Fome, realidade perpetuada


Ora na comunidade

Ora na província

Ora na metrópole

Ora na esfera terrestre

A fome é uma realidade alastrada

Não é uma realidade centralizada


Fome, realidade perpetuada


Volumes de Filosofia já assinalavam

Volumes de Sociologia já elucidavam

Conjecturas pessimistas, mas genuínas

A fome permanece insulando


Fome, realidade perpetuada


Ora no âmago, na veia

Ora no ventre, na agonia

A fome é uma realidade estipulada

Não é uma realidade improvisada


Fome, realidade perpetuada


Averiguar a fome

Mensurar a fome


Fome, realidade perpetuada


Interpretar a fome

Solucionar a fome


Fome, realidade perpetuada


12. Longeva discriminação telúrica


Prepotência dos homens

Sofrimento das mulheres


Longeva discriminação telúrica


Sociedades patriarcais como regra

Sociedades matriarcais como exceção


Longeva discriminação telúrica


Divisão sexual do trabalho renumerado

Divisão sexual do trabalho familiar


Longeva discriminação telúrica


Cultura da parternidade dispensável

Cultura da maternidade compulsória


Longeva discriminação telúrica


Talentos vigorosos notabilizados

Talentos delicados secundarizados

Preferências por talhes moderados

Preferências por braços pujantes


Longeva discriminação telúrica


Religiões que aviltam intimidades maritais

Religiões que obstruem paridades clericais


Longeva discriminação telúrica


Xaropes fascinantes aos vultos de Marte

Xaropes repugnantes aos vultos de Vênus


Longeva discriminação telúrica


Autores com produções condecoradas

Autoras com produções interrogadas


Longeva discriminação telúrica


Habilidades manuais atribuídas às jovens 

Habilidades racionais atribuídas aos jovens


Longeva discriminação telúrica


Escopos rebuçados em diários insólitos

Escopos notificados em jornais prosaicos

Alheamento dos homens

Resiliência das mulheres


Longeva discriminação telúrica


13. Genocídios e epistemicídios (Alexandrias destruídas todos os dias)


XCartago, ano 146 antes da Era Comum

Gália, ano 58 a 50 antes da Era Comum

Changping, ano 260 antes da Era Comum

Jerusalém, ano 70 da Era Comum


Gaza, 2025

Ruanda, 1994

Europa, 1941

Namíbia, 1904


Genocídios e epistemicídios

(Alexandrias destruídas todos os dias)


Ucrânia, 1932

Armênia, 1915

França, 1209 e 1572

Congo, 1908


Bósnia, 1995

Ucrânia, 2022

Hama, 1982

Estados Unidos, século XIX


Genocídios e epistemicídios

(Alexandrias destruídas todos os dias)


Camboja, 1979

Iraque e Síria, 2015

República Democrática do Congo, 1996

Austrália, 1951


Guatemala, 1982

Brasil, 2021 e 2023

Nagorno-Karabakh, 2023

Palestina, 1949


Genocídios e epistemicídios

(Alexandrias destruídas todos os dias)


Nanquim, 1938

Xinjiang, 2016

China, 1960

Nova Zelândia, 1835 e 1863


Atlântico, século 18

África, século 19

Ásia, século 19

Oceânia, século 19

América, século 16


Genocídios e epistemicídios

(Alexandrias destruídas todos os dias)


Feminicídio, todos os séculos

Racismo, todos os séculos

Racismo ambiental, todos os séculos

Etnocídio, todos os séculos

Povos originários, todos os séculos


Aquecimento global, todos os séculos

Desmatamento, todos os séculos

Degradação do solo, todos os séculos

Mineração, todos os séculos

Desertificação, todos os séculos


Genocídios e epistemicídios

(Alexandrias destruídas todos os dias)


Omissões ocasionam genocídios, epistemícidos

Ignorâncias ocasionam genocídios, epistemicídios

Exasperações ocasionam genocídio, epistemícidios

Intemperanças ocasionam genocídios, epistemicídios


Friezas ocasionam genocídios, epistemicídios

Ojerizas ocasionam genocídios, epistemicídios

Dominações ocasionam genocídios, epistemicídios

Emulações ocasionam genocídios, epistemicídios


Genocídios e epistemicídios

(Alexandrias destruídas todos os dias)


14. Terra ignorante


Senhor, conceda-me lucidez

Lucidez para enfrentar a Terra ignorante

A Terra dos ignorantes

Terra ignorante


Será realmente não assimilam

Será que realmente querem assimilar?


Senhor, conceda-me doçura

Doçura para aplacar a Terra ignorante

A Terra dos ignorantes

Terra ignorante


Será que realmente não deliberam

Será que realmente querem deliberar?


Lemúria, Atlântida

Excertos mencionados em vertentes espiritualistas

Como historiar a Terra ignorante?


Psicoferas, noosferas

Registros akháshicos

Como catalogar a Terra ignorante?


Messias arrumará a Terra dos ignorantes

Terra ignorante


Senhor, conceda-me robustez

Robustez para desvendar a Terra ignorante

A Terra dos ignorantes

Terra ignorante


Será que realmente não apreciam

Será que realmente querem apreciar?


Senhor, conceda-me ternura

Ternura para perdoar a Terra ignorante

A Terra dos ignorantes

Terra ignorante


Será que realmente execram?

Sera que realmente querem execrar?


Explorações, migrações

Excertos mencionados em correntes acadêmicas

Como rastrear a Terra ignorante?


Pangeia, Pantalassa

Excertos mencionados em teorias geológicas 

Como repartir a Terra ignorante?


Maitreya arrumará a Terra dos ignorantes

Terra ignorante


Senhor, conceda-me diretriz

Diretriz para escrutinar a Terra ignorante

A Terra dos Ignorantes

Terra dos ignorantes


Será realmente não transmutam?

Será que realmente querem transmutar?


É proibida a reprodução desta obra sem a devida citação/menção do autor.


Todos os direitos reservados.


Aviso: estes poemas foram escritos com o auxílio de Inteligência Artificial (IA).

A Inteligência Artificial utilizada foi, principalmente, da Google (Gemini).


Esta Inteligência Artificial foi utilizada na busca de sinônimos para as palavras constantes nos poemas.


Esta Inteligência Artificial também foi utilizada para detecção de inconsistências gramaticais, ortográficas e semânticas constantes nos versos.


Esta Inteligência Artificial foi utilizada para a busca dos significados de algumas palavras e termos constantes nos poemas.


Esta Inteligência Artificial não foi utilizada para a criação total e/ou parcial de versos e/ou estrofes dos poemas.


O autor analisou alguns poemas do livro usando a Inteligência Artificial do X (Grok), devido a necessidade de ter uma interpretação poética alheia a seu trabalho.

Essas análises foram realizadas a título opinativo, não influindo na correção e/ou alteração dos versos dos poemas.






sexta-feira, 10 de abril de 2026

Esboços estéticos - As belezas de Felipe Prasino (2026). Obs:. 21° livro de Felipe Prasino.

Cor: Escarlate


Símbolo matemático: números complexos


Temas: Refutação, beleza, monumento, gosto, desgosto, contemplação, percepção, feiura, sublime, pilastra, forma, desdobramento, região, suposição, esboço estético, protótipo


Data aproximada de escrita: janeiro, fevereiro, março e abril de 2026


1. Antibeleza


"Não é másculo"

"Não é forte"

Antibeleza


"Não é popular"

"Não é alegre"

Antibeleza


"Não é competitivo

"Não é remediado"

Antibeleza


"Não é religioso"

"Não é genitor"

Antibeleza


"Não é casado"

"Não é atraente"

Antibeleza


"Não é imponente"

"Não é aventureiro"

Antibeleza


Antibeleza

Hecatombes com a beleza decretada

Indivíduos, elaborem simetrias!


Antibeleza

Dissipações com a beleza venerada

Indivíduos, aprimorem fruições!


Antibeleza

Prejuízos com a beleza exortada

Indivíduos, corroborem leituras!


Antibeleza

Vislumbres com a beleza depreciada

Empresas, investiguem modalidades!


Antibeleza

Inquietações com a beleza veiculada

Empresas, mitiguem insanidades!


Antibeleza

Improvisos com a beleza espoliada

Empresas, desliguem hostilidades!


2. Monumento propositalmente inacabado


Preteriu esse monumento aqui, né?

Monumento não é demolido com ranhuras


20 escritos não bastam ao poeta

Ainda mais ao poeta que modifica temas


Surpreendeu esse monumento aqui, né?

Monumento não é concretado com elogios


20 prismas não bastam ao esteta

Ainda mais ao esteta que localiza erratas


Monumento propositalmente inacacado

Corporeidade se restringe a anatomia?

Dissecar lógicas inoculadas por academias

Apatias ao remédio, recipiente danificado

Monumento rearruma!


Monumento propositalmente inacabado

Sensibilidade se restringe a intuição?

Suturar celeumas inflamadas por mazelas

Exigências ao tribunal, termo ratificado

Monumento reconforta!


Monumento propositalmente inacabado

Interpretação se restringe ao repertório?

Talhar literaturas engessadas por classes

Rupturas ao cânone, contexto avaliado

Monumento sublinha!


Monumento propositalmente inacabado

Aclimatação se restringe ao ambiente?

Soprar inovações refutadas por soberbas

Oscilações ao padrão, pavor respaldado

Monumento ruboriza!


Bastam comentários de teóricos?

Teóricos tracejam monumentos únicos?

Houve teorias cujos registros sucumbiram


Bastam notícias de apoiadores?

Apoiadores distinguem monumentos raros?

Houve aplausos cujos barulhos turbaram


Bastam fotos de artistas?

Artistas aprofundam momumentos sãos?

Houve artes cujos fanáticos agrediram


Bastam vídeos de engenheiros?

Engenheiros calculam monumentos vãos?

Houve pedestais cujos méritos descoraram


3. Gosto? Desgosto?


"Posso falar isso, não tenho preconceito"

"Quero algo neutro, não curto ideologias"

"Não entendo esse falatório de hoje"

Gosto? Desgosto?


"Gasto com bens, não tenho frescuras"

"Escolho algo leve, não quero filosofia"

"Não entendo essa impaciência de hoje"

Gosto? Desgosto?


Esse gosto tá mais pra desgosto

Decerto o míssil de um aniquilamento

Quando esqueço o Outro, colega do mundo

Ressoo a decadência do progresso


Esse gosto tá mais pra desgosto

Decerto o fóssil de um exaurimento

Quando detesto o Outro, auxiliar do mundo

Dilacero a tolerância do convívio


Gosto? Desgosto?

Temerosos já enterraram a arte?


Gosto? Desgosto?

Economias já surrupiaram a arte?


Gosto

Alternativas instaladas

Coladas em cabeças embaralhadas

Os barrancos complacentes


Gosto

Deferências irrazoáveis

Relançadas com marchas desatinadas

Os dissensos convincentes


Desgosto

Durezas divulgadas

Interligadas com turbas espionadas

Os patrocínios incipientes


Desgosto

Contenções implacáveis

Direcionadas com falácias deliberadas

Os conteúdos impotentes


Gosto? Desgosto?

Eruditos já bajularam a arte?


Gosto? Desgosto?

Instituições já reprovaram a arte?


4. Contemplação


Inércia é contemplação?

Pressa é contemplação?

Moeda é contemplação?


Respiro é contemplação?

Silêncio é contemplação?

Elogio é contemplação?


Contemplação


Contemplei escassas minúcias

Fazer diversos trabalhos me entrava

A contemplação prioriza atenciosos

Atenciosos fornecem alteridades


Contemplei escassos resquícios

Manter repetidos assuntos me exaspera

A contemplação renuncia intrometidos

Intrometidos fornecem inutilidades


Contemplação


Contemplar suspende dissidências

Segmentos elencam convicções

Variam regimes, variam contemplações

Os domínios destituídos ao contemplar


Gratificam alguém para contemplar

Contemplar é subjetivo, autêntico

Como sumariar contemplações remotas?


Contemplação


Contemplar aplaca insurreições

Ganhadores atestam comunicados

Cravam ditames, cravam contemplações

As tradições vinculadas ao contemplar


Notificam alguém por contemplar

Contemplar é decente, radiante

Como balizar contemplações lesadas?


Contemplação


Contemplação, recorrência transparente

Os criadores recorreram as centelhas

A humanidade foi reavivada por centelhas

Centelhas carecem de dilações

Contemplar não acata a máquina


Contemplação


5. Percepção


Presencio círculos desativados

Transportar sentimentos macula cabeças

Anuncio fronteiras avariadas

Equilibrar desarranjos satura pálpebras


Constelações de Áries e Touro

Percepção


Tonifico símbolos repudiados

Abarrotar bagagens enviesa exegeses

Verifico estratégias indenizadas

Asseverar postulados aterra vísceras


Constelações de Gêmeos e Câncer

Percepção


Archotes insultuosos

Frescores acidentais, embora franqueados

Perceber pretextos premeditados


Constelações de Leão e Virgem

Percepção


Morros pretensiosos

Jarros funcionais, embora adereçados

Perceber protestos precipitados


Constelações de Libra e Escorpião

Percepção


Prelúdio para a decodificação do cérebro

Inibir animosidades nos parlamentos

Tópicos inusitados, reiterados

Esmorecimentos às oligarquias

Perceber


Constelações de Sagitário e Capricórnio

Percepção


Prelúdio para a acomodação do cérebro

Inserir peculiaridades nos apontamentos

Gráficos transigentes, previdentes

Estouvamentos às patologias

Perceber


Constelações de Aquário e Peixes

Percepção


Fantasias em colóquios intermináveis

Contrariedade dos caprichos enjoativos


Constelação de Serpentário

Percepção


Relógios em desgastes irrecuperáveis

Precariedade dos algarismos particulares


Constelações anônimas

Percepção


6. Formosura, Feiura (Corpo-Arte)


Abreviar o corpo ao peso é formosura?

Corpo na Pré-história era sobrevivência, ambientação

Feiura era a supressão de comida

Formosura, Feiura

(Corpo-Arte)


Abreviar o corpo a veste é formosura?

Corpo na Idade Antiga era coletividade, estratificação

Feiura era supressão de estirpe

Formosura, Feiura

(Corpo-Arte)


Abreviar o corpo a grana é formosura?

Corpo na Idade Média era inquietude, aniquilação

Feiura era supressão de dogma

Formosura, Feiura

(Corpo-Arte)


Abreviar o corpo ao estudo é formosura?

Corpo na Idade Moderna era divergência, emancipação

Feiura era supressão de investigação

Formosura, Feiura

(Corpo-Arte)


Abreviar o corpo a fala é formosura?

Corpo na Idade Contemporânea é competência, individualidade

Feiura é supressão de eminência

Formosura, Feiura

(Corpo-Arte)


Abreviar o corpo a faina é formosura?

Corpo no próximo período histórico será retratação, multiplicidade

Feiura será supressão de insídia

Formosura, Feiura

(Corpo-Arte)


Abreviar o corpo ao apego é formosura?

Corpo na próxima acepção privativa será consideração, potencialidade

Feiura será supressão de manipulação

Formosura, Feiura

(Corpo-Arte)


Abreviar o corpo ao édito é formosura?

Corpo fora da divisão histórica era, é e será grosseria, retroatividade

Feiura era, é e será supressão de falcatrua

Formosura, Feiura

(Corpo-Arte)


Abreviar o corpo a inópia é formosura?

Corpo na intersecção temática era, é e será insuficiência, incompletude

Feiura era, é e será supressão de rigidez

Formosura, Feiura

(Corpo-Arte)


O Corpo é instrumento da Arte?

O Corpo é a própria Arte?

Abreviar o Corpo?

Abreviar a Arte?

Feiura e formosura são requisitadas?

Feiura e formosura são perenizadas?

Formosura, Feiura

(Corpo-Arte)


7. Sublime


Avizinhar-se do sublime

A determinação dos escritores

A insatisfação dos poetas


Assenhorar-se do sublime

O devastamento dos filósofos

O aquecimento dos leitores


Sublime


Os gestos rotineiros não seduzem

O sublime demanda artigo elaborado

A cerâmica não é finalizada na fuligem

Uma orquestra com regente arrepiado


Os alvitres indevidos não erigem

O sublime demanda artigo mensurado

O argumento não é encadeado na inépcia

Uma encenação com intérprete veemente


Sublime


O sublime foi apartado das aglomerações

Cofres e odres, seletividade nas benesses

Uma estátua com cinzel assisado


O sublime foi retirado das recomendações

Calotes e virotes, opacidade nas pechas

Uma exibição com auditório deferente


Sublime


As diretrizes não são nocivas nas regatas

As ingerências têm óbices inexauríveis

O Sublime é manso, circunspecto

O Sublime abjura, retifica


As borrascas não são inativas nas regatas

As conferências têm quesitos inauferíveis

O sublime é ágil, entusiasmado

O Sublime teima, pleiteia


Sublime


Azafamar-se do sublime

O ramalhete das branduras

O sabonete das asperezas

A austeridade dos monistas

A calamidade dos dualistas


Sublime


8. Pilastras em voga (Solidificar aptidões)


Pilastras dóricas

Solidificar aptidões

Tutelar jaspes, rubis

Implantações das pilastras


Pilastras jônicas

Solidificar aptidões

Tutelar safiras, turmalinas

Manutenções das pilastras


Pilastras coríntias

Solidificar aptidões

Tutelar esmeraldas, diamantes

Reminiscências das pilastras


Pilastras góticas

Solidificar aptidões

Tutelar calcedônias, granadas

Consagrações das pilastras


Pilastras renascentistas

Solidificar aptidões

Tutelar sardônios, painites

Probabilidades das pilastras


Pilastras barrocas

Solidificar aptidões

Tutelar sárdios, alexandritas

Antinomias das pilastras


Pilastras neoclássicas

Solidificar aptidões

Tutelar crisólitos, musgravites

Discrepâncias das pilastras


Pilastras expressionistas

Solidificar aptidões

Tutelar berilos, tanzanitas

Agitações das pilastras


Pilastras minimalistas

Solidificar aptidões

Tutelar topázios, benitoites

Retrações das pilastras


Pilastras ecléticas

Solidificar aptidões

Tutelar crisóprasos, apatitas

Pluralidades das pilastras


Pilastras em voga

Solidificar aptidões

Tutelar jacintos, malaquitas

Vicissitudes das pilastras


Pilastras em voga

Solidificar aptidões

Tutelar ametistas, citrinos

Generosidades das pilastras


9. Forma, característica primordial


Democratizar a forma

Forma nas moradias dos pobres

Frações provavelmente inspecionadas

Quinquênios de subsistências

Forma, característica primordial


Desmantelar a forma

Forma nas utopias dos operários

Frações provavelmente atravancadas 

Quinquênios de efervescências

Forma, característica primordial


Descontentar a forma

Forma nas vinganças dos excluídos

Frações provavelmente penalizadas

Quinquênios de reabilitações

Forma, característica primordial


Desembalar a forma

Forma nas prateleiras dos remediados

Frações provavelmente acumuladas

Quinquênios de prepotências

Forma, característica primordial


Desalinhar a forma

Forma na alucinações do pensadores

Frações provavelmente injuriadas

Quinquênios de incumbências

Forma, característica primordial


Desabrochar a forma

Forma na compilações do trovadores

Frações provavelmente ambicionadas

Quinquênios de benevolências

Forma, característica primordial


Desacreditar a forma

Forma nas comprovações do céticos

Frações provavelmente abominadas

Quinquênios de sonolências

Forma, característica primordial


Afrontar a forma

Forma na balança dos impetuosos

Frações provavelmente deslocadas

Quinquênios das amortizações

Forma, característica primordial


Eliminar a forma

Forma na lembrança dos hereges

Frações provavelmente depredadas

Quinquênios de insubsitências

Forma, característica primordial


Edificar a forma

Forma na algibeira dos sectários

Frações provavelmente impugnadas

Quinquênios de obsolescências

Forma, característica primordial


10. Desdobramento da perseverança dos artesãos (Mercadorias das Belas-Artes)


Semeadura dos panfletos

Corantes defluídos nos mananciais

(Mercadorias das Belas-artes)


Irrigação das reviravoltas 

Matizes instituídos nos uniformes

(Mercadorias das Belas-artes)


Desdobramento da perseverança dos artesãos


Descarte dos parasitas

Elegias enxabidas nas cerimônias

(Mercadorias das Belas-artes)


Colheita das doutrinas

Timbres abatidos nos concertos

(Mercadorias das Belas-artes)


Desdobramento da perseverança dos artesãos


Armazenamento dos compêndios

Notações omitidas nas canastras

(Mercadorias das Belas-artes)


Triagem das controvérsias

Saltos comedidos nos exercícios

(Mercadorias das Belas-artes)


Desdobramento da perseverança dos artesãos


Empacotamento dos panoramas

Camarins diminuídos nos contratos

(Mercadorias das Belas-artes)


Encaminhamento das bugigangas

Roteiros suprimidos nos simpósios

(Mercadorias das Belas-artes)


Desdobramento da perserverança dos artesãos


Escoamento dos provérbios

Diários subtraídos nos restauros

(Mercadorias das Belas-artes)


Transação das narrativas

Edifícios atrevidos nos acabamentos

(Mercadorias das Belas-artes)


Desdobramento da perseverança dos artesãos


As mercadorias capturaram os meticulosos consumidores?

Os consumidores locupletaram-se com a serventia das mercadorias?


As mercadorias enlevaram os honrados artesões?

Os artesãos sofisticaram-se com a montagem das mercadorias?


Belas-artes, aquilatem mercadorias!

Belas-artes, insiram artesãos!


Belas-artes, mencionem artesãos!

Belas-artes, perquiram mercadorias!


Desdobramento da perseverança dos artesãos


11. Serviços regionais da Arte


Departamento Norte

Seção de Fotografia e Cinema

Unidade Ásia

Distritos Curadoria, Enquadramento, Filtragem, Resolução, Direção, Dublagem

Estes serviços regionais representam silhuetas


Departamento Sul

Seção História em Quadrinhos

Unidade África

Distritos Enredo, Argumentação, Diagramação, Colorização, Legenda

Estes serviços regionais representam fábulas


Serviços regionais de Arte


Departamento Leste 

Seção Jogos Eletrônicos

Macrounidade Oriente

Distritos Inovação, Ferramenta, Integração, Classificação, Distribuição e Licença

Estes serviços regionais representam incrementos


Departamento Oeste

Seção Arte Digital

Macrounidade Ocidente

Distritos Animação, Realidade Virtual, Grafismo, Pós-produção, Colagem

Estes serviços regionais representam persistências


Serviços regionais de Arte


Departamento Nordeste

Seção Pintura e Moda

Unidade Oceania

Distritos Ilustração, Restauração, Consultoria, Figurinismo, Estamparia

Estes serviços regionais representam adornos


Departamento Noroeste

Seção Literatura e Música

Unidade Especial Ártico

Distritos Revisão, Edição, Adaptação, Tradução, Crítica, Composição, Regência

Estes serviços regionais representam anúncios


Serviços regionais de Arte


Departamento Sudeste

Seção Escultura e Arquitetura

Unidade Especial Antártida

Distritos Modelagem, Fundição, Entalhe, Montagem, Paisagismo e Iluminação

Estes serviços regionais representam consecuções


Departamento Sudoeste

Seção Teatro e Dança

Unidade América

Distritos Dramaturgia, Sonoplastia, Cenografia, Coreografia e Performance

Estes serviços regionais representam iniciativas


Serviços regionais de Arte


12. Suposto Santuário das Técnicas


Técnicas comunitárias

Barros em paredes antiquadas

Técnicas pertinentes ao sedentarismo

Escoltam santuários constituídos com barros?


Técnicas pomposas

Mármores em púlpitos degradados

Técnicas pertinentes ao urbanismo

Escoltam santuários constituídos com mármores?


Suposto Santuário das Técnicas


Técnicas liberais

Madeiras em assentos restringidos

Técnicas pertinentes ao proselitismo

Escoltam santuários constituídos com madeiras?


Técnicas mecânicas

Pedras em alicerces remexidos

Técnicas pertinentes ao servilismo

Escoltam santuários constituídos com pedras?


Suposto Santuário das Técnicas


Técnicas religiosas

Vidros em janelas cobiçadas

Técnicas pertinentes ao mercantilismo

Escoltam santuários constituídos com vidros?


Técnicas seculares

Ferros em coberturas desniveladas

Técnicas pertinentes ao expansionismo

Escoltam santuários constituídos com ferros?


Suposto Santuário das Técnicas


Técnicas visuais

Alumínios em cantoneiras corroídas

Técnicas pertinentes ao radicalismo

Escoltam santuários constituídos com alumínios?


Técnicas cênicas

Grafenos em concretos ressequidos

Técnicas pertinentes ao narcisismo

Escoltam santuários constituídos com grafenos?


Suposto Santuário das Técnicas


Técnicas híbridas?

Técnicas diligentes?

Micélios em tijolos quebrados?

Celuloses em selantes vencidos?

Técnicas pertinentes ao privatismo?

Técnicas pertinentes ao relativismo?

Escoltam santuários constituídos com micélios?

Escoltam santuários constituídos com celuloses?


Suposto Santuário das Técnicas


13. Esboços estéticos


Apagar versos

Esboços estéticos

Consultar verbos

Esboços estéticos


Procurar reveses

Esboços estéticos

Silenciar vitupérios

Esboços estéticos


Tabuletas e papiros, esboços

Traços consoantes às notáveis estéticas sumérias e egípcias

Estiletes engendrados por encomendas

Textos associados aos impérios


Escribas, empregados

Trajes consoantes às renomadas dialéticas segmentadas e harmoniosas

Cálamos engendrados por encomendas

Textos associados às dinastias


Pergaminhos e trapos, esboços

Traços consoantes à notável estética monástica

Penas engendradas por encomendas

Textos associados às corporações


Copistas, empregados

Trajes consoantes à renomada dialética escrupulosa

Areias engendradas por encomendas

Textos associados às congregações


Prensas, esboços

Traços consoantes à notável estética ordenadora

Moldes engendrados por encomendas

Textos associados aos comércios


Editores, empregados

Trajes consoantes à renomada dialética evolucionista

Impressões engendradas por encomendas

Textos associados às nações


Monitores, esboços

Traços consoante à notável estética americana

Teclas engendradas por encomendas

Textos associados às indústrias


Programadores, empregados

Trajes consoantes à renomada dialética mesclada

Toques engendrados por encomendas

Textos associados às empresas


Realçar versos

Esboços estéticos

Estranhar verbos

Esboços estéticos


Abdicar reveses

Esboços estéticos

Denunciar vitupérios

Esboços estéticos



14. Protobeleza


"Não terá supremacia"

"Não terá covardia"

Protobeleza


"Não terá extorsão"

"Não terá tristeza"

Protobeleza


"Não terá concorrência"

"Não terá bajulação"

Protobeleza


"Não terá partidarismo"

"Não terá linhagem"

Protobeleza


"Não terá combinação"

"Não terá degradação"

Protobeleza


"Não terá inabilidade"

"Não terá veleidade"

Protobeleza


Protobeleza

Prosperidades com a beleza adotada

Grêmios, solicitem equidades!


Protobeleza

Aproveitamentos com a beleza vasculhada

Grêmios, admirem alvitres!


Protobeleza

Recompensas com a beleza incrementada

Grêmios, consagrem redações!


Protobeleza

Firmezas com a beleza salientada

Bancos, legitimem afinidades!


Protobeleza

Serenidades com a beleza revigorada

Bancos, alavanquem salubridades!


Protobeleza

Gerenciamentos com a beleza consertada

Bancos, acionem afabilidades!


É proibida a reprodução desta obra sem a devida citação/menção do autor.


Todos os direitos reservados.


Aviso: estes poemas foram escritos com o auxílio de Inteligência Artificial (IA).

A Inteligência Artificial utilizada foi, principalmente, da Google (Gemini).


Esta Inteligência Artificial foi utilizada na busca de sinônimos para as palavras constantes nos poemas.


Esta Inteligência Artificial também foi utilizada para detecção de inconsistências gramaticais, ortográficas e semânticas constantes nos versos.


Esta Inteligência Artificial foi utilizada para a busca dos significados de algumas palavras e termos constantes nos poemas.


Esta Inteligência Artificial não foi utilizada para a criação total e/ou parcial de versos e/ou estrofes dos poemas.


O autor analisou alguns poemas do livro usando a Inteligência Artificial do X (Grok), devido a necessidade de ter uma interpretação poética alheia a seu trabalho.

Essas análises foram realizadas a título opinativo, não influindo na correção e/ou alteração dos versos dos poemas.






sábado, 20 de dezembro de 2025

Prasinoversos - As esferas de Felipe Prasino (2025). Obs:. 20° livro de Felipe Prasino.

Cor: Oliva


Símbolo matemático: conjunto universo


Temas: Discrições, educações, indefinições, descontentamentos, repousos, decorrências, conciliações, ofícios, técnicas, aversões, autonomias, contrassensos


Data aproximada de escrita: outubro, novembro e dezembro de 2025


1. Prasinoverso 1 (Universos reservados)


Ambientes que não são conhecidos publicamente

Ambientes que requerem contatos graduais

Universos reservados trazem sutilezas instrutivas

Universos reservados se escondem dos telescópicos usuais


Indíviduos que não são incluídos totalmente

Indivíduos que expelem formatos eventuais

Universos reservados levam defesas sucessivas

Universos reservados se consomem dos microscópios manuais


Prasinoverso 1

(Universos reservados)


Imagina ser reservado em um universo que expõe?

Expõe a fraqueza sem o sustento universal

Imagina ser reservado em um universo que degrada

Degrada a leveza sem o cortejo universal


Imagina ser reservado em um universo que zomba?

Zomba a diferença sem o desvelo universal

Imaginado ser reservado em um universo que tolhe

Tolhe a presença sem o método universal


Prasinoverso 1

(Universos reservados)


Universos reservados

Finalmente vocês terão um espaço conforme as suas intenções

Universos reservados

Finalmente vocês terão um portfólio conforme as suas formações


Prasinoverso 1

(Universos reservados)


2. Prasinoverso 2 (Universos educativos)


A sala, o aposento onde estudo

A caixa onde guardo livros, culturas

O intelecto onde conecto redações


A dúvida, a lista onde localizo

A atmosfera onde deixo noções, elementos

O relógio onde constato variações


Prasinoverso 2

(Universos educativos)


Universos educativos

Fortes com diversas abordagens

Fortes revistos continuamente


Universos educativos

Fortes com precisas engrenagens

Fortes sondados intensamente


Prasinoverso 2

(Universos educativos)


Educação, enquanto forte, instiga

Acompanhamos as demandas acordadas?

Por que esse forte foi limitado?


Educação, enquanto forte, opta

Acompanhamos as opções priorizadas?

Por que esse forte foi adiado?


Prasinoverso 2

(Universos educativos)


Discutir as disciplinas práticas, metafísicas

Currículos respeitáveis, abrangentes

Educar, função do forte informado


Discutir os sistemas terrestres, planetários

Palestras alinhadas, necessárias

Educar, função do forte dedicado


Prasinoverso 2

(Universos educativos)


Oportunidades produzidas pela erudição

Fortes sem distinções classistas

O treinamento sem privilégios étnicos


Prasinoverso 2

(Universos educativos)


3. Prasinoverso 3 (Universos indefinidos)


Acertos em meios pragmáticos?

Espera a distinta aclamação?


Por que tudo pressupõe definição?

Constrange ter múltiplas realidades?

Territórios disponíveis para realçar

Riscos de um repertório democrático


Prasinoverso 3

(Universos indefinidos)


Virtudes em meios dogmáticos?

Espera a ignota rejeição?


Por que tudo pressupõe definição?

Constrange ter severos raciocínios?

Territórios fechados para revogar

Riscos de uma oposição dominadora


Prasinoverso 3

(Universos indefinidos)


A experiência não demonstra hostilidade?

O que é contrário não é golpeado?


Universos indefinidos

Porventura a definição acolhe ou exclui?

Definir leva à hierarquias, etnocentrismos

Categorias têm usos dubitáveis


Prasinoverso 3

(Universos indefinidos)


A experiência não demonstra atrevimento?

Algo que é legítimo não é ultrajado?


Universos indefinidos

Porventura a definição basta ou aflige?

Definir leva à anacronias, individualismos

Categorias têm usos reprováveis


Prasinoverso 3

(Universos indefinidos)


Alheios aos verbetes, enciclopédias

Apreciadores das mentes contemplativas

Risonhos dos modelos recentes,

Cientes quanto às tentativas de nomeá-los


Prasinoverso 3

(Universos indefinidos)


4. Prasinoverso 4 (Universos descontentes)


Acordar e ver o mesmo sendo vivido

Desânimo que carrega fraqueza

Mesmice impeditiva da transcendência

Limpeza feita nos trechos saudáveis

Corrida que almeja empecilho


Criticar e ter o mesmo sendo vendido

Aparelho que propaga aversão

Chatice acolhedora da intolerância

Bagunça solta nos frutos singulares

Estupidez que reusa covardia


Prasinoverso 4

(Universos descontentes)


Inconveniência de uma mentira aprovada

A carreira edificada em solos instáveis

Cobiça vinculada aos segmentos vaidosos

Aplicações reservadas para opulentos

Emancipação obstada por monopólios


Alfabetização de uma apatia fundada

A conversa retalhada em motes nublosos

Rudimento aliado aos triunfos monetários

Brigas indicadas para miseráveis

Estagnação desejada por instituições


Prasinoverso 4

(Universos descontentes)


Universos descontentes

Quem tem se aproxima da falta?

Há estratos que não têm quantias

Descontentes antecipam, habilitados

Equilíbrio afugenta informes figurativos


Universos descontentes

Quem manda se desliga da estima?

Há estratos que não têm opções

Descontentes participam, coerentes

Simpatia invoca chances adequadas


Prasinoverso 4

(Universos descontentes)


Modificações, órbitas esmiuçadas

Satisfação sendo o desafio respeitado

Rebeliões nos retiros explorados

Temperamentos que sofrem menosprezo

Contentar excede os códigos instaurados


Modificações, órbitas negociadas

Admiração sendo o impulso declarado 

Negócios nos imóveis amurados

Acontecimentos que denotam excesso

Contentar diminui os acúmulos herdados


Prasinoverso 4

(Universos descontentes)


5. Prasinoverso 5 (Universos repousantes)


Sonos, brechas no espaço-tempo

Fazer pouco, com critério, traz sugestão

Postulam rendimentos ultra-humanos

Esgostar é crime na etapa industrial

Respiros, ciscos no bem-estar

Deixar pronto, com sufoco, traz moléstia

Inflamam controvérsias anti-históricas

Respaldar é ambigo no cenário oscilante


Sonos, flechas no mapa-múndi

Manter renome, com clareza, traz afinco

Resgatam despesas infra-sonoras

Contornar é prova no estado ruinoso

Respiros, riscos no padrão-ouro

Impelir sorriso, com ênfase, traz rancor

Balançam pressupostos pró-fanáticos

Abrandar é desculpa no restauro previsto


Prasinoverso 5

(Universos repousantes)


Universos repousantes

Melhorias nos ofícios regulares

Remédios convenientes aos agravos

Cismas suspendidas, há exemplos

Lentidão encontra objetos incomuns

Provisões eficazes, primordiais


Universos repousantes

Passeios nas notícias prósperas

Alvitres proveitosos aos surtos

Pressas rescindidas, há agasalhos

Condução organiza estímulos gentis

Rescisões honestas, decifradas


Prasinoverso 5

(Universos repousantes)


Repousos deslocam meteoros temidos

Estresses desintegrados por intervalos

Gravidades calibradas no intangível

Alívios revigoram talhes reclinados

Decências de uma postura selecionada

Índoles autênticas em circuitos rutilantes


Prasinoverso 5

(Universos repousantes)


6. Prasinoverso 6 (Universos decorrentes)


Gerir, saída agora impensável

Impropérios embelezando valas

Litigar patifarias, o limo do pântano


Medir, luz outrora antipática

Parasitas distanciando pencas

Relaxar alcances, o farol da sentinela


Prasinoverso 6

(Universos decorrentes)


Produtos revoltos no estoque da convicção

Motores inoperantes devido à ferrugem

Desvario usual assevera fraude


Visitas exatas na estadia do infortúnio

Mobílias dinâmicas todavia o rebuliço

Bonança perene enfatiza penúria


Prasinoverso 6

(Universos decorrentes)


Universos decorrentes

Aguaceiro previsto aos navegadores

Desembarque trabalhoso, degraus bambos


Universos decorrentes

Insolação trazida aos caminhantes

Vestimenta misturada, fibras fictícias


Prasinoverso 6

(Universos decorrentes)


Causa e efeito

Registro das contas alheias

Crença no princípio multisetorial


Ação e reação

Nexo dos corpos físicos 

Coluna na percepção científica


Prasinoverso 6

(Universos decorrentes)


Decorrência não instala punição

Inteirar-se de si estraçalha tramoias

Adequação das condutas abrevia lástimas


Prasinoverso 6

(Universos decorrentes)


7. Prasinoverso 7 (Universos conciliadores)


Âmago, atributo perdurável!

Carcaça, apetrecho coercível!


Diligência secundada!

Secundada por pacifistas!

Absorver seres nas declarações

Conchas dos impasses prorrogados


Prasinoverso 7

(Universos conciliadores)


Coldre, ornato temerável!

Ética, construto agitável!


Diligência alvoroçada!

Alvoroçada por formalistas!

Inscrever hastes nos armistícios

Pompas dos sacrifícios celebrados


Prasinoverso 7

(Universos conciliadores)


Jugo, atividade implacável!

Pleito, ocasião associável!


Burocracia desfalcada!

Desfalcada por reformadores!

Englobar garantias nas disposições

Regaços das euforias congeladas


Prasinoverso 7

(Universos conciliadores)


Devastação, malefício inadiável!

Alimento, débito flutuável!


Burocracia avolumada!

Avolumada por embromadores!

Confinar requisitos nos formulários

Bagaços das maneiras professadas


Prasinoverso 7

(Universos conciliadores)


Universos conciliadores

Tranquilos, remontando divertimento

Estorvando a rivalidade encorajada

Desobrigados ao extermínio insinuante


Prasinoverso 7

(Universos conciliadores)


8. Prasinoverso 8 (Universos laboriosos)


Lavorar, limas aguçadas nas enxadas

Inundações incorrigíveis, calculáveis

Eleger grãos mesclados em fendas

Carriolas com pedras surpreendentes

Entravar misérias robustas, arraigadas


Lavorar, glebas encravadas nos arados 

Irrigações irreprimíveis, postergáveis

Redigir hortas ordenadas em ciclos

Cavadeiras com detritos proeminentes

Debelar domínios obsoletos, execrados


Prasinoverso 8

(Universos laboriosos)


Alongar, intervenção estouvada

Fôlego se adquire cogitando

Tremer por mixaria, trapaça

Gaiolas soldadas no egoísmo

Replicar gentilezas silenciosas


Alongar, insurreição retornada

Moleza se desfaz treinando

Bramir por encargo, piedade

Martelos atirados na imperícia

Ressecar grosserias duvidosas


Prasiniverso 8

(Universos laboriosos)


Alegação dos calendários extenuantes

Evidentes folgas citadas nas escalas

Expectativas de uma camada maleável

Substanciar correções sobre contribuições

Escárnios avaliados por julgadores


Mitigação das leviandades sobrepostas

Pacientes dicas ilustradas nas diárias

Progressos de uma plataforma assertiva

Reconsiderar enfoques sobre vencimentos

Parceiros solicitados por executores


Prasinoverso 8

(Universos laboriosos)


Universos laboriosos

Escambo reapresentado por vasculhadores

Potes de condimentos escassos

Agregar semeaduras para emergências

Artesanatos obstinados nos agrupamentos


Universos laboriosos

Comércio sedimentado por especuladores

Latas de guloseimas acessíveis

Contratar especialistas para agilidades

Maquinários planejados nos insulamentos


Prasinoverso 8

(Universos laboriosos)


9. Prasinoverso 9 (Universos artísticos)


Universos artísticos

Palcos arrostados no espetáculo

Átrios esquivados na balbúrdia

Lixadeiras pedregosas no caibro

Esmaltes inconsistentes no cesto

Costuras disparatadas no biombo

Ilhoses enferrujados no vestuário

Argilas grudadas no retoque


Universos artísticos

Taças idolatradas no mostruário 

Ânforas recoloridas na curadoria

Cavaletes atarantados na paleta

Espátulas espatifadas na massa

Serrotes deteriorados na madeira

Imersões interditadas na tertúlia

Alicates relaxados na montagem


Prasinoverso 9

(Universos artísticos)


Abóbodas cautelosas, vindouras

Monumentos espaçados nas naves

Artifícios reproduzidos por escolas

Apertos renitentes, prestimosos

Estiagens perplexas nos dilemas

Labaredas sucintas por epifanias


Abóbodas audaciosas, duradouras

Firmamentos comparados nas telas

Solstícios pressentidos por sombras

Lufadas dissidentes, caprichosas

Temporais complexos nos dramas

Orvalhos distintos por melodias


Prasinoverso 9

(Universos artísticos)


Películas amassadas nas conservações

Relatos realocados nos descobrimentos

Pavilhões imobilizados nas anexações

Entalhes enublados nos procedimentos

Partituras acanhadas nas convenções

Afrescos desbotados nos equipamentos


Prasinoverso 9

(Universos artísticos)


10. Prasinoverso 10 (Universos descontentes)


Bulas, cartilhas limpadas

Eventos, estágios defasados

Deduções, reticências inatacáveis


Confortos, arrimos impertubáveis

Vantagens, honrarias arrematadas

Testamentos, túmulos reverenciados


Prasinoverso 10

(Universos detestáveis)


Detestáveis precavidos

Precavidos às hipóteses superficiais

Óbices solucionados arredam submissões


Detestáveis convertidos

Convertidos às exibições unilaterais

Bilhetes deturpados avultam retaliações


Prasinoverso 10

(Universos detestáveis)


Universos detestáveis

Ousar escancara inconsistências

Lâmpadas não focalizam armadilhas


Universos detestáveis

Apurar desencanta complacências

Bibliotecas não anunciam repreensões


Prasinoverso 10

(Universos detestáveis)


Insuficiências das atuações usufruídas

Motins parcelados nos equívocos

Sumiços dispersados por intelectuais


Abundâncias das anotações transferidas

Motejos aglutinados nos pendores

Vindas demarcadas por lideranças


Prasinoverso 10

(Universos detestáveis)


Fomentar ideais desmascara presunçosos

Oportunizar pecúlios oferece integridade

Assimilar alternativas boicota tiranias


Prasinoverso 10

(Universos detestáveis)


11. Prasinoverso 11 (Universos autônomos)


Antagonismos em artigos anelados

Favoritismos em fábricas forjadas


Universos autônomos

Caráter apreensivo com arroubos

Diálogos retomam simulações

Entrever granjeia brutalidade


Prasinoverso 11

(Universos autônomos)


Graciosidades quando gratificações urgem

Debilidades quando deferências fenecem


Universos autônomos

Lucidez agastada com artimanhas

Charadas poupam abstenções

Entreter consome vitalidade


Prasinoverso 11

(Universos autônomos)


Altruísmos conduzidos por insurgentes

Pedantismos obedecidos por ignóbeis


Escadas aplainadas durante trajetos

Cosmovisões flexíveis calibram corrimões

Encomendar adereços representativos

Fornecer parafusos eficientes


Prasinoverso 11

(Universos autônomos)


Notoriedades com os desempenhos feitos 

Seriedades com as incumbências emersas


Escadas lustradas durante êxitos

Premissas viáveis propiciam patamares

Recuperar pigmentos comemorativos

Enaltecer texturas resilientes


Prasinoverso 11

(Universos autônomos)


Expor é recorrente para espontâneos

Disfarces afagam contrariedades arcaicas

Tenacidades insuflam catarses gradativas

Encolher é convincente para requintados


Prasinoverso 11

(Universos autônomos)


12. Prasinoverso 12 (Universos discrepantes)


Afrouxamentos, sedentários rutilantes

Cargos não atestando inclinações

Indícios anexados embora resmas

Convênios maléficos, fruidores habituados

Recontagens das peripécias prenunciadas


Afrouxamentos, empresários delirantes

Ditames não refutando imprecisões

Recibos minuciados consoante rasuras

Quinhões infames, liquidantes combinados

Reciclagens dos protocolos provisórios


Prasinoverso 12

(Universos discrepantes)


Universos discrepantes

Recepções notificam, eclipsam

Idiomas designados por ministérios

Subverter e socorrer principiantes

Cercar jazidas desativadas


Universos discrepantes

Redenções ratificam, abdicam

Sintomas trucidados por infantarias

Diminuir e difundir recalcitrantes

Reaver bandejas depauperadas


Prasinoverso 12

(Universos discrepantes)


Introduzir compostura aborrece leigos

Suster adulterando sinopses

Probabilidades vetadas por facínoras

Sorteios inoperantes, entediantes

Checar experimentos emaranhados


Imprimir perspectiva emaranha doutos

Galgar aguentando lorotas

Prodigalidades adotadas por canalhas

Rateios dissonantes, espoliantes

Coser encantamentos estilhaçados


Prasinoverso 12

(Universos discrepantes)


Colisões, arrependimentos sem recessos

Cobrar retidão encadeia enfurecimentos

Tubulações incrustadas por enroladores

Acautelar afirmações atulham armários

Bravatas dissimuladas nos almanaques


Colisões, destronamentos sem regalias

Calçar buraco endossa extravasamentos

Dissoluções escoltadas por expositores

Estarrecer expulsões enervam epígonos

Cascatas importunadas nas excursões


Prasinoverso 12

(Universos discrepantes)


É proibida a reprodução desta obra sem a devida citação/menção do autor.


Todos os direitos reservados.


Aviso: estes poemas foram escritos com o auxílio de Inteligência Artificial (IA).

A Inteligência Artificial utilizada foi, principalmente, da Google (Gemini).


Esta Inteligência Artificial foi utilizada na busca de sinônimos para as palavras constantes nos poemas.


Esta Inteligência Artificial também foi utilizada para detecção de inconsistências gramaticais, ortográficas e semânticas constantes nos versos.


Esta Inteligência Artificial foi utilizada para a busca dos significados de algumas palavras e termos constantes nos poemas.


Esta Inteligência Artificial não foi utilizada para a criação total e/ou parcial de versos e/ou estrofes dos poemas.


O autor analisou alguns poemas do livro usando a Inteligência Artificial do X (Grok), devido a necessidade de ter uma interpretação poética alheia a seu trabalho.

Essas análises foram realizadas a título opinativo, não influindo na correção e/ou alteração dos versos dos poemas.




Recortes das gerações - As famílias de Felipe Prasino (2025). Obs:. 19° livro de Felipe Prasino.

Cor: Lavanda


Símbolo matemático: ângulo


Temas: Resumos, sonhos, saudosismo, estimativas, trabalhos, farsas, juventude, paradigmas, ancestrais, conflitos geracionais, maturidade, recortes, gerações


Data aproximada de escrita: julho, agosto e setembro de 2025


1. Resumo dos últimos milhões de anos


Morreram muitos

Camuflar é perda de tempo

Tô tentando entender essa transição

Sentindo a continuidade das questões


Viveram muitos

Lamentar é falta de saber

Tô tentando convergir essa distinção

Recusando a incompreensão dos fatos


Resumo dos últimos milhões de anos


Guerras, doenças, ciclos, lutos

Nascimentos, mortes, sumiços

Divergências originadas além-século


Matérias, sortes, apuros, curas

Excessos, conselhos, lançamentos

Acordos recomendados além-povo


Resumo dos últimos milhões de anos

Linhagens contestadas

Costumes destroçados

Épocas mal esmiuçadas


Vegetações derrubadas

Territórios inacabados

Promessas mal apreciadas


Resumo dos últimos milhões de anos


Uma só geração mudará tudo?

Onde está o empenho coletivo?

Se as questões não impelem a expectativa


Uma só resposta colará tudo?

Onde está o trecho pessoal?

Se os enlaces abatem a identidade


Resumo dos últimos milhões de anos


Voltas e voltas não resolveram

Almas, jogos, obstáculos

Recintos frequentes

Os convites exaustivos


Tréguas e tréguas não acolheram 

Lojas, cortinas, atrações

Dívidas inabaláveis

Os sentidos corrompidos


Resumo dos últimos milhões de anos


2. Três tempos dos sonhos


Descanso, ajusto

Resido, subsisto

Fantasio, retenho


Transmiti, acolhi

Atravessei, encontrei

Experimentei, deparei


Instigarei, gostarei

Consultarei, avisarei

Esquecerei, incomodarei


Tempo do passado

O não compreendido

Evento que não era interessante


Tempo do presente

O não aprofundado

Período que não é sistêmico


Tempo do futuro

O não renomado

Cosmo que não será enfadonho


Três tempos dos sonhos

O sonho como oportunidade de pertencer

O sonho como meio para sentir alegria


Três tempos dos sonhos

O sonho como medicamento para alma

O sonho como região de pertencimento


Três tempos dos sonhos

O sonho como filtro de conteúdo

O sonho como treino para a resposta


Conjunto de exposições simbólicas

O abstrato como eixo de testemunho

O abstrato como influência para a questão


Conjunto de ventanias singulares

O abstrato como defesa para a escolha

O abstrato como registro de sentimento


Conjunto de nascentes invisíveis

O abstrato como indício de jornada

O abstrato como lanterna para a tragédia


3. Para com saudosismo


Para com saudosismo

Você não existe mais, eu também não

Se é que um dia existimos aqui


Para com saudosismo

Você não sente mais, eu também não

Se é que um dia sentimos aqui


Para com saudosismo


Se antigamente era bom por que hoje não é?

O não resolvido se acumulou, percebe?


Se hoje tudo está perdido porque antes não estava?

O não criticado se estagnou, despede?


Para com saudosismo


Se viveu, viveu

Se sentiu, sentiu

Não simule algo que não é possível resgatar

Não crie entraves as novas formas de viver, sentir


Se as famílias mudaram, mudaram

Se as culturas difundiram, difundiram

Não discuta ação que não é prudente enraizar

Não receba as antigas violências de reter, fingir


Para com saudosismo


Esse recado também vale para mim

O que sou hoje não cabe no passado

Não fiz porque não podia fazer

Me delatar não revoga os agravos


Esse recado também vale para mim

O que fui não restringe o presente

Não cri porque não podia crer

Me isentar não silencia os óbices


Para com saudosismo


4. O que não entrevi nas eras


Minhas questões não são as suas

Minhas bandeiras não são as suas

Caso espere sua sensibilidade

Caso espere seu incômodo

Fatigo e não vejo resultados


Meus recortes não são os seus

Meus inimigos não são os seus

Caso espere seu engajamento

Caso espere sua piedade

Padeço e não vejo consertos


O que não entrevi nas eras


Fatiguei por que não me guardaram

Padeci por que não me ergueram

Questões e bandeiras me alvejaram

Recortes e inimigos me detiveram


Algo acontecia sem a minha atenção

Algo permanecia sem a minha oposição

Trocaram intérpretes, não os exemplos

Incluíram cerimônias, não os princípios


O que não entrevi nas eras


Presumi a aprovação alheia

Localizei a superfície interna

Agradeci a desgraça erigida


Consumi o disparate festejado

Realizei o impulso comunitário

Abrangi o estrado equivocado


O que não entrevi nas eras


Renúncia do âmago

Desdém do extravio


Repulsa do encargo

Desdita do atraso


O que não entrevi nas eras


5. Ocupações e trabalhos repassados


Considerei vocês?

Me consideraram?

Devoramos milênios


A situação foi encerrada?

Tarefas impedidas


Ocupações e trabalhos repassados


Ultrapassei vocês

Me ultrapassaram?

Dispensamos repousos


A gentileza foi elaborada?

Inércias promovidas


Ocupações e trabalhos repassados


O dever era compartilhado?

A necessidade não existia, não era divisada

A cósmica forma de entender o todo

Habitar e gerir em prol da comunidade


A divisão foi instalada?

A classe foi composta, era orgulhosa

A avarenta forma de repartir o todo

Sobreviver e laborar em prol da moeda


Ocupações e trabalhos repassados


A carência foi constatada?

A fome foi exposta, era deplorável

A mecânica forma de explorar o todo

Consumir e fabricar em prol do juro


O debate foi alastrado?

A elite foi afrontosa, era covarde

A dedicada forma de valorizar o todo

Assegurar e correr em prol da humanidade


Ocupações e trabalhos repassados


Antes da língua ser ordenada, nós trabalhamos, nos ocupamos

Antes do serviço ser fracionado, nós trabalhamos, nos ocupamos


Ocupações e trabalhos repassados


Depois da riqueza ser agrupada, nós trabalhamos, nos ocupamos

Depois do sistema ser refutado, nós trabalhamos, nos ocupamos


Ocupações e trabalhos repassados


6. Farsas preferidas


"Não mude isto, se acomode"

"Vai reinventar tudo"?

"Não questione, cumpra"

"Vão te maldizer, silencie"


"É desse jeito, se acostume"

"Vai provocar todos"?

"Não suplique, transija"

"Vão te convencer, recebe"


Farsas preferidas


Despenquei

Qual ser não despencou?

Repetir as mesmas farsas

As farsas preferidas

Acreditando na retirada da angústia


Devastei

Qual ser não devastou?

Impelir as mesmas farsas

As farsas preferidas

Acreditando na investida da calmaria


Farsas preferidas


Descrevem, enfadam

Onde afirmam suas farsas preferidas?

Garantem, arrastam?

Onde exibem suas farsas preferidas?


Prometem, burlam

Onde acirram suas farsas preferidas?

Resistem, deliram

Onde esvaem suas farsas preferidas?


Farsas preferidas


As farsas atraem gerações

Deduzam as práticas coroadas


As farsas privam gerações

Deduzam as criações adiadas


Farsas preferidas


7. Primeira Juventude


Descobre e se empolga

Expõe e se assusta

Planeja e se prejudica

Já sintetizou a juventude?


Fascina e se amofina

Produz e se zanga

Aplaude e se insurge

Já sintetizou a juventude?


Primeira Juventude


Quem tem mais de duas décadas recorda

Recorda diversão, richa, cemitério

Recorda até os adágios populares


Quem tem mais de duas décadas acumula

Acumula trauma, receita, antipatia

Acumula até as manias familiares


Primeira Juventude


A primeira parte da juventude

Emprego, casamento, formação

Separação, planejamento familiar

Religião, eventos sociais, parceria


A primeira parte da juventude

Traição, delonga, velocidade

Demanda, condição financeira

Propósito, desvios naturais, arrojo


Primeira juventude


Juventude acusada de estragar

Uma única geração estragaria as bases?

Acaso as outras gerações preservaram?


Juventude incumbida de explanar

Uma única geração explanaria as lides?

Acaso as outras gerações complicaram?


Primeira Juventude


A imudável juventude

A variável juventude


A intrometida juventude

A restringida juventude


Primeira Juventude


8. Esse paradigma da estupidez eu não valido!


Ficar com o mesmo corpo pra sempre?

Andar no mesmo ritmo pra sempre?

Tem que burilar alguma coisa, né?

Até o planeta burilou nas diversas épocas


Dormir com o mesmo juízo pra sempre?

Bramir no mesmo discurso pra sempre?

Tem que pesquisar alguma coisa, né?

Até o universo sondou nos diversos globos


Esse paradigma da estupidez eu não valido!


Em uma praça que não era distante

Discutíamos, falávamos

A necessidade humana por aprendizado era considerada normal


Em uma redoma que é próxima

Classificamos, orquestramos

A inutilidade humana por comodismo é considerada ideal


Esse paradigma da estupidez eu não valido!


O paradigma muda, não vou contestar esse fato

Todo dia saúdam um paradigma

Mas com tanto paradigma, proveram esse?


O paradigma desce, eu vou reforçar esse fato

Todo dia sepultam um paradigma

Mas com tanto paradigma, reteram esse?


Esse paradigma da estupidez eu não valido!


Foco no cosmo, foco em Deus

Foco no ser humano, foco na ciência

Foco na natureza, foco na diversidade

Todos esses paradigmas têm suporte

Mas não o calamitoso paradigma da estupidez


Foco no país, foco em pedaço

Foco no egoísmo, foco no patrimônio

Foco na simulação, foco na linhagem

Todo esse paradigma tem dissenso

Sim, o impulsionado paradigma da estupidez


Esse paradigma da estupidez eu não valido!


9. Escorreguei mais que meus ancestrais


Escorreguei mais que meus ancestrais

Eles escorregaram, mas não tiveram o cascalho para se firmarem

Eu, com jazida, escorreguei mais que eles


Escorreguei mais que meus ancestrais

Eles escorregaram, mas não tiveram o casaco para se vedarem

Eu, com moda, escorreguei mais que eles


Escorreguei mais que meus ancestrais


Dizia que não escorregaria desse modo

Escorregaram em algo tão evidente

Evidente pra quem?


Sentenciava as escorregadas deles

Escorregaram em algo tão corriqueiro

Corriqueiro pra quem?


Escorreguei mais que meus ancestrais


Meus ancestrais não tiveram recursos

Máquina, terraplanagem, pavimento

Passarela, alicerce, escritura

Isso era custoso numa regra de escassez


Os atuais têm e terão mais recursos

Domicílio, sondagem, veículo

Projeto, gráfico, distribuição

Isso é digno num dever de abundância


Escorreguei mais que meus ancestrais


Ancestrais, você não acessaram o estudo metodizado

Mas seus descendentes acessarão!


Ancestrais, você não recolheram o conforto labutado

Mas seus descendentes recolherão!


Escorreguei mais que meus ancestrais


10. Conflitos entre gerações


"A coisa só complica"

"Esquece o passado, tudo é moderno"

"A falta de respeito, algo que não existia"

"Esquece essa ideia"


"Ninguém pergunta o que quero"

"Falta a disciplina"

"Escolha é valiosa"

"Ninguém falava nesse assunto"


Conflitos entre gerações


O mundo esteve repleto de gerações

Uma querendo substituir a outra

Viu a arte, ciência, religião, política?

A questão era desmerecer a antecessora


O mundo estará cansado de gerações

Uma querendo suprimir a outra

Verá o esporte, plantio, croqui, idioma

A questão será remendar a antecessora


Conflitos entre gerações


Rotulações para as gerações não faltam

Mas essas rotulações representam as gerações?


Intervenções para as gerações não faltam

Mas essas intervenções menosprezam as gerações?


Conflitos entre gerações


Definiram uma geração em vinte anos, mais ou menos

Entretanto, quantas estruturas são trocadas em dois decênios frenéticos?

Uma geração não consegue assimilar as numerosas atitudes


Dilataram uma espécie em sete gerações, mais ou menos

Entretanto, quantas simetrias são notadas em duas gerações próximas?

Duas gerações não conseguem embaraçar os indivisíveis atributos


Conflitos entre gerações


11. Maturidade tem acepção única?


Maturidade

Predicado que estamos descobrindo

Âmbito de gerarmos raridade


Maturidade

Povoado que estamos soterrando

Ânimo de gerarmos novidade


Maturidade tem acepção única?


Preciso atingir determinada idade para ter maturidade?

Falácia que deslumbra os soberbos

Há pessoas que passaram bodas, jubileus, e não têm maturidade


Precisaria atingir determinado grupo para ter maturidade?

Falácia que assombrava os indecisos

Há institutos que passaram ordens, defeitos e não tiveram maturidade


Maturidade tem acepção única?


O que as gerações pretéritas consideravam sobre a maturidade?

A cultura observava esse estágio da vida?

As opiniões maduras eram relevantes?


O que as gerações vigentes consideram sobre a maturidade?

A política desatende esse estágio da vida?

As façanhas maduras são vigilantes?


Maturidade tem acepção única?


Apegos monetários

Meramente o esquecimento de algumas faixas solitárias

Faixas com as contas reguladas


Encargos visionários

Meramente o aparecimento de algumas faixas solidárias

Faixas com as pautas reclamadas


Maturidade tem acepção única?


12. Recortes das gerações


Pedaço, amostra

Explicar o acervo de gerações

O terreno não me permite

Dificulto o importante


Mensagem, apontamento

Explicar o tributo de gerações

A extensão não me permite

Vislumbro a referência


Recortes das gerações


Inegável, todo recorte escolhe uma parte

O recorte deixa algum elemento fora

Não arruma plenamente o pano das gerações


Inegável, toda geração escolhe um marco

A geração deixa algum estorvo fora

Não atesta plenamente a posse das gerações


Recortes das gerações


Queixas não somem

As gerações com ampla discordância

Os objetivos também bagunçados


Alegrias não sobram

As gerações com estrita combinação

Os incidentes também apagados


Recortes das gerações


Construções utilitárias

Abstenções assistidas

Recortar tópicos fanáticos

Gerações de exílios inconstantes


Construções excessivas

Inclinações irrefletidas

Recortar círculos dramáticos

Gerações de utopias alarmantes


Recortes das gerações


É proibida a reprodução desta obra sem a devida citação/menção do autor.


Todos os direitos reservados.


Aviso: estes poemas foram escritos com o auxílio de Inteligência Artificial (IA).

A Inteligência Artificial utilizada foi, principalmente, da Google (Gemini).


Esta Inteligência Artificial foi utilizada na busca de sinônimos para as palavras constantes nos poemas.


Esta Inteligência Artificial também foi utilizada para detecção de inconsistências gramaticais, ortográficas e semânticas constantes nos versos.


Esta Inteligência Artificial foi utilizada para a busca dos significados de algumas palavras e termos constantes nos poemas.


Esta Inteligência Artificial não foi utilizada para a criação total e/ou parcial de versos e/ou estrofes dos poemas.


O autor analisou alguns poemas do livro usando a Inteligência Artificial do X (Grok), devido a necessidade de ter uma interpretação poética alheia a seu trabalho.

Essas análises foram realizadas a título opinativo, não influindo na correção e/ou alteração dos versos dos poemas.


sexta-feira, 20 de junho de 2025

Outros lados - As vontades de Felipe Prasino (2025). Obs:. 18° livro de Felipe Prasino.

Cor: Cáqui


Símbolo matemático: Pertence


Temas: Faces, televisões, sapatos, inseguranças, pares, dicionários, anseios, interpretações, ímpetos, costuras, rotinas, desconfianças, loucuras, catálogos, otimizações, partes

Data aproximada de escrita: abril, maio e junho de 2025


1. Minhas unhas


Queria que escondesse minhas unhas

Mas não adiantou


Você propôs a mentira

De certo modo concordei

Porém sabia da fraqueza

E assim não a mantive


Você propôs a repressão

De certo modo de vida

Porém sabia da energia

E assim a rechacei


Minhas unhas


Você quis esconder meus lados

Todo traço que irritava a maioria

Tive que esconder minhas unhas

Isso só provocou muita agonia


Você quis esconder meus lados

Toda ideia que não seguia a hipocrisia

Agora decidi revelar minhas unhas

Isso só aumentou minha ousadia


Minhas unhas


Não estou aqui para fazer vontades alheias

Tenho minha consciência que pergunta

Se a mentira é a base do sofrimento

Compensa pagar o preço da permuta?


Não estou aqui para escrever ódios alheios

Tenho minha experiência que ensina

Se a revolta é peso da desigualdade

Compensa atiçar o aumento da ruína?


Minhas unhas


Me resta mostrar minhas unhas

Mostre as suas garras assim

Se não consegue as sustentar

Passe as estudá-las também


Me resta aceitar minhas unhas

Aceite as suas garras assim

Se não consegue as aparar

Passe as aceitá-las também


Minhas unhas


Queria que escondesse minhas unhas

Mas não adiantou


2. Sintonia constante


Ligo a TV

Busco canais

A falta de algum

Me leva a indagar


Desligo a TV

Dispenso canais

A chegada de algum

Me leva a esperar


Sintonia constante


Autorizações, outorgas

Canais analógicos, digitais

Canais parabólicos, locais

Sinais via fibras, cabos


Antenas externas, internas

Controles, suportes

Recursos, manuais

Tecnologias, regiões

Sintonia constantes


O universo dos canais

Redes, canais regionais

Religiosos, educativos

Conhecidos, desconhecidos


O mistério dos canais

Programações, mudanças

Retornos, cancelamentos

Assistidos, ignorados


Sintonia constante


A consolidação da era digital

A TV Digital em todas as renovações

A utilidade da TV enquanto instrumento

A TV Digital em todas as inovações


A renovação da era digital

A TV Digital em todos os anseios

A capacidade da TV enquanto inspiração

A TV Digital em todos os torneios


Sintonia constante


A TV inteligente tem limite de interação?

A tela tem limite de polegada?


A TV inteligente tem limite de público?

A tela tem limite de qualidade?


Sintonia constante


Ligo a TV

Reconheço canais

A falha de algum

Me leva a indagar


Desligo a TV

Acolho canais

A partida de algum

Me leva a esperar


Sintonia constante


3. Sapatos, sapatos


Sapatos, sapatos

Quero sapatos

Sapatos, sapatos

Compro sapatos


Sapatos, sapatos

Procuro sapatos

Sapatos, sapatos

Guardo sapatos


Sapatos, sapatos


Sapatos com tantos estilos

Country, urbano, social

Sapatos com tantas texturas

Nobuck, liso, camurça


Sapatos com tantos tons

Preto, amarelo, marrom

Sapatos com tantas alturas

Baixo, médio, alto


Sapatos, sapatos


Trocarei os sapatos?

Limparei os sapatos?

Desenharei os sapatos?

Fabricarei os sapatos?


Olharei mais sapatos?

Suprirei minha carência?

Calçarei mais sapatos?

Exibirei minha potência?


Sapatos, sapatos


Sapatos são identidade

Será que eu só tenho uma?

Sapatos trazem novidade

Será que eu aprovo toda?


Sapatos são experiência

Será que eu só quero uma?

Sapatos trazem tendência

Será que eu alcanço toda?


Sapatos, sapatos


4. Reticente comigo


De uns anos pra cá

Tive, tenho, a reticência comigo


Vou me assustar?

Vou, quem sabe, provocar?

A sua reticência comigo


Vou me aconselhar?

Vou, quem sabe, revelar?

A sua reticência comigo


Reticente comigo


Percebo o lugar que ocupo na sua vida

Que eu sou lembrado na sua solidão

Liberando o sentimento que eu esculpia

Resguardo a grande pedra do respeito


Percebo a fala que escuto da sua lida

Que eu sou afastado da sua afeição

Afagando a frustração que eu reerguia

Aguardo a grande poeira do desprezo


Reticente comigo


O fruto da minha condição te incomoda?

Não vale minha ação correta contigo?

Quando não suportar a festa, falsa

Poderá se aproximar de mim?


O vício da minha opinião te apavora?

Não cabe minha ideia incerta comigo?

Quando não agradar o topo, tosco

Poderá se distanciar de mim?


Reticente comigo


Eu, comigo, construo a reticência

É uma ferida que sou levado a lavar

Não curto tratamentos descabidos

O vestígio permanece longamente


Eu, comigo, costuro a reticência

É uma torcida que sou levado a trocar

Não curto exageros escondidos

O desejo desaparece furtivamente


Reticente comigo


De agora para frente

Tenho, terei, a reticência comigo


5. Pares


Pares

Lugares pares

Horas pares

Datas pares


Pares

Elementos pares

Mundos pares

Frases pares


Pares


Os pares em números romanos

Indo-arábicos, veteranos


Os pares em metas literárias

Musicais, temporárias


Pares


Pares

Cores pares

Sons pares

Estilos pares


Pares

Pessoas pares

Casas pares

Obras pares


Pares


Os pares em coleções

Capítulos, tratados


Os pares em trocados

Tributos, canções


Pares


Exagero por pares?

Admiração por pares?


Cansaço por ímpares?

Antipatia por ímpares?


Pares


Trabalho dos pares

Disputa dos pares

Aliança dos pares

Mapa dos pares


Revelação dos pares

Mistério dos pares

Segredo dos pares

Atalho dos pares


Pares


6. Dicionário


Dicionário

Me consulta quando quer

Se preocupa quando tem dúvida

Te irrita quando não responde


Dicionário

Me ignora quando sai

Se interessa quando tem trabalho

Te aflige quando não confirma


Dicionário


Me rotula

Qual calhamaço que ocupa lugar

Qual objeto que ficou defasado

Um trambolho que pretende descartar


Me atura

Qual artefato que está esquecido

Qual idioma que está desusado

Uma cultura que pretende enterrar


Dicionário


Outros meios mais modernos

O papel se tornou obsoleto?

Se não respondo seus anseios

Devo sofrer o ostracismo?


Outros rumos mais rentáveis

O saber se tornou excesso?

Se não endosso seus protestos

Devo aceitar a decadência?


Dicionário


Ser útil ao sistema econômico é o fim?

A história se resume aos resultados?

Devemos ignorar os povos passados?

A identidade será apenas lembrança?


Ser fiel ao modelo social é importante?

A escolha se amolda aos proventos?

Devemos valorar os talentos?

A diferença será apenas vergonha?


Dicionário


7. Anseio por terminar


Anseio por terminar

De escrever um livro

De apreciar um livro

De conceber um livro


Anseio por terminar

De apoiar uma ideia

De receber uma ideia

De reformar uma ideia


Anseio por terminar


Anseio por terminar

De prosseguir uma amizade

De contestar uma amizade

De decifrar uma amizade


Anseio por terminar

De esperar uma escolha

De rebater uma escolha

De dirigir uma escolha


Anseio por terminar


Começar algo pensando em terminar

Um mal que carrego na existência

Não sei se é desapego, pressa

Sei que sigo nesse estado


Começar algo pensando em terminar

Uma questão que vejo na rotina

Não sei se é hábito, gosto

Sei que padeço nessa trilha


Anseio por terminar


Mal de quem valora?

Mal de quem difere?

Mal de quem cinde?

Mal de quem nota?

O término impõe lutas?


Mal de quem convida?

Mal de quem resume?

Mal de quem emite

Mal de quem vacila?

O término permite fugas?


Anseio por terminar


8. Leio, releio


Leio, releio

Escrevo, reescrevo

A interpretação tem fundamentos


Leio, releio

Evoco, reevoco

A reminiscência tem complementos


Leio, releio


Leio, releio

Muitas vezes releio

A mesma frase

O mesmo parágrafo


Leio, releio

Muitas vezes releio

O mesmo ser

A mesma conduta


Leio, releio

Quando o detalhe foi ignorado?

Quando o enredo foi encurtado?

Quando a música foi apoiada?

Quando a cena foi simplificada?


Quando a moda foi estagnada?

Quando a fome foi recusada?

Quando o diálogo foi tolerado?

Quando o sentido foi evitado?


Leio, releio


Não bastam nomes distintos

A capa dominante, realçada

A vertente convencional

Há também outras estruturas


Não bastam leituras conhecidas

Os vieses restritivos, aprovados

A teoria dominante, fomentada

Há também outras ligações


Leio, releio


Ler é ato que requer

Requer algo que não conhecemos

Algo que surgirá nas leituras


Ler é ato que entrega

Entrega algo que já sabemos

Algo que ampliará nas leituras


Leio, releio


Os fatos adquirem mais valor

As noções ganham potências


As fases pedem mais ensejo

Os conflitos largam certezas


Leio, releio


9. Gana pela vida


Fazer esforço?

Perdoar tropeços?

O que devo fazer para manter?

Manter a gana pela vida


Fazer sonhos?

Implorar recurso?

O que devo fazer para aceitar

Aceitar a gana pela vida


Gana pela vida


A batalha lacrada

Escolhida dos juízos alheios

Conhecida apenas pelo espírito

Aborrecida com os atalhos inventados


A batalha omitida

Informada dos limites alheios

Amparada apenas pela mente

Chateada com os méritos renovados


Gana pela vida


Vida, como é pesado manter a gana

Os problemas dispersam detalhes

Detalhes que eu preciso analisar

Mas como analisar na era da rapidez?


Vida, como é usual perder a gana

Os interesses confinam direções

Direções que eu prefiro ignorar

Mas como ignorar na era da novidade?


Gana pela vida


Fórmulas existem

A gana pela vida tem bajuladores

Apoiadores de antiga visão otimista

Que não sucumbem ao estrondo dos rumores


Enganos existem

A gana pela vida tem zombadores

Apoiadores de antiga visão pessimista

Que não suportam ao sossego dos clamores


Gana pela vida


10. Tecer o passado


Nos momentos de ócio teço o passado

Imagino o que as pessoas sentiram


Nas lacunas da história teço o passado

Escrevo o que as pessoas disseram


Nas feridas do grupo teço o passado

Desenho o que as pessoas temiam


Nas risadas de sorte teço o passado

Projeto o que as pessoas sofreram


Teço o passado


O tecido do passado é tênue

Vira conforme o peso que impacta


O tecido do passado é oculto

Mostra conforme a praça que escava


O tecido do passado é precioso

Brilha conforme o prisma que examina


O tecido do passado é disputado

Some conforme o gosto que ordena


Tecer o passado


Passado, preserve seu tecido!

Ele está destroçado


Passado, oriente seu tecido!

Ele está enganado


Passado, estime seu tecido!

Ele está ofendido


Passado, reforce seu tecido!

Ele está dividido


Tecer o passado


A roupa admirada

A tenda esquecida


O lençol tingido

O filtro aquecido


A rede balançada

A cortina exaurida


O adorno contido

O tapete recebido


Tecer o passado


11. Rotina


Não tenho rotina

A desejo no dia a dia

Porém, vem algo em surdina

E abala a organização


Não cultivo rotina

A desejo no cara a cara

Porém, vem algo em temporal

E derruba a plantação


Rotina


Leituras que começo e não termino

Versos que projeto e não executo

Roupas que lavo e não reparo

Notícias que escuto e não penso


Músicas que admiro e não digo

Afetos que pergunto e não entendo

Opções que procuro e não decido

Batalhas que avanço e não venço


Rotina


Destino, acaso que desata a certeza

Problema, solução que reduz a surpresa

Rotina, castigo que limita a beleza


Lógica, imperícia que mergulha o navio

Desapego, simpatia que aprova o feitio

Rotina, benção que amplia o desafio


Rotina


Rotina que tento mudar, embora cansado

Quase derrubo a meta do equilíbrio perfeito

Ajeito as sobras do que foi confrontado


Rotina que tento aceitar, embora inquieto

Quase lanço o fim do preceito repetido

Bagunço as fibras do que está secreto


Rotina


Teste de uma nova lista de roteiros

Há vigores e formas de adiantar


Teste de uma antiga fonte de tarefas

Há molezas e formas de protelar


Rotina


Apoio, se a rotina for produtiva

Percebida por interesseira economia


Repúdio, se a rotina for esquecida

Julgada por rotineira convenção


Rotina


12. Desconfiado


A ação não concluída

O segredo escavado

A tristeza consentida

O pavor não expulsado


A agonia não refletida

O interesse aumentado

A fronteira redigida

O plano não confirmado


Desconfiado


Desconfio 

Ruídos nas afirmações

Frases evitadas

Presenças insistidas


Desconfio

Silêncios nas recordações

Emoções pausadas

Cautelas derretidas


Desconfiado


A desconfiança entranhada

O riso satisfeito na barriga

A camada de enganos

O brilho simultâneo a quantia

Exemplos de garantias prometidas


A desconfiança externada

O passo exitoso na fadiga

A dureza de espantos

O hiato posterior a ideia

Exemplos de respostas contorcidas


Desconfiado


Desconfie

O laço é repisado na competição

A letra é confundida no alvoroço


Desconfie

A labuta é conduzida no devaneio

O pedido é fincado na serventia


Desconfiado


13. Porta para enlouquecer


A porta para enlouquecer

Essa eu fecho quase totalmente

Muitos antes de me recolher

Antes até de acordar


A porta para enlouquecer

Essa eu vigio quase totalmente

Muito antes de me arrepender

Antes até de inventar


Porta para enlouquecer


Tenho fixação nessa porta

Essa porta guarda minha sanidade

O histórico genealógico pode voltar

O preparo é melhor que o desatino


Tenho medo dessa porta

Essa porta guarda meu equilíbrio

A obra poética pode refutar

A pesquisa é melhor que o improviso


Porta para enlouquecer


Loucura não é a sina do poeta?

A loucura traz o resultado do torneio?

Quero combater! Quero enganar!

Consigo contornar a porta?


Loucura não é a paga do escritor?

A loucura traz o efeito do gracejo?

Quero escapar! Quero resolver!

Consigo atravessar a porta?


Porta para enlouquecer


Perguntem a porta!

O mistério da loucura 

A escolha da falência

Convoquem o inventário


Ignorem a porta!

O descaso da loucura

A entrega do interesse

Rechacem a herança


Porta para enlouquecer


14. Eu, Catálogo


Depósito de informações ancestrais, atuais

Sumário de imperfeições pessoais, grupais

Arquivo de peças cultuadas, apagadas


Crônica de assuntos cordiais, bélicos

Resumo de fatos aprovados, rebatidos

Fichário de documentos relevantes, triviais


Eu, Catálogo


Me dizem: Você é inteligente

Eu penso: Não, apenas sei muitas coisas

Vantagem ou prejuízo


Me pergunto: Saber algo acrescenta?

Eu respondo: Sim, segundo o objetivo

Obstáculo ou possibilidade


Eu, Catálogo


Catálogo que se transforma

Catálogo vivo que impressiona

Catálogo que questiona a parte oficial


Catálogo que se dedica

Catálogo eterno que passeia

Catálogo que manifesta outras partes


Eu, Catálogo


Ata de reuniões criativas, repressoras

Ofício de ordens diretas, introspectivas

Bilhete de conselhos úteis, confusos


Prova de questões objetivas, subjetivas

Carta de notícias escondidas, reveladas

Dedicatória de livros misteriosos, famosos


Eu, Catálogo


Me dizem: Você pergunta muito

Eu penso: Sim, tenho muitas dúvidas

Suporte ou reprimenda


Me pergunto: Desconhecer algo perturba?

Eu respondo: Não, segundo a pessoa

Artimanha ou correção


Eu, Catálogo


Catálogo que se interessa

Catálogo diverso que ambiciona

Catálogo que escolhe o enfoque crítico


Catálogo que se espalha

Catálogo orientado que convida

Catálogo que permite outros enfoques


Eu, Catálogo


Revista de artigos repetidos, raros

Fábula de deveres esperados, rejeitados

Cardápio de pratos conhecidos, inventados


Panfleto de lojas simples, suntuosas

Contrato de cláusulas reais, duvidosas

Declaração de dívidas forçadas, escolhidas


Eu, Catálogo


Eu, Catálogo

Eu, Catálogo

Eu, Catálogo


15. Otimizar


Otimização de tempo

Milhares de segundos

Otimização de tempo

Fontes de absurdos


Otimização da faxina

Milhares de poeiras

Otimização da faxina

Subidas de ladeiras


Otimizar


Otimização do afeto

Milhares de cuidados

Otimização do afeto

Testes de telhados


Otimização do íntimo

Milhares de problemas

Otimização do íntimo

Críticas de sistemas


Otimizar


"Não perca o tempo"

"O ócio é perigoso"

Se me recolho ao sepulcro

Vingará o meu esforço?


"Não perca o tempo"

"A ideia é perigosa"

Se me dedico ao costume

Pegará a minha revolta?


Otimizar


"Ganhe dinheiro"

"A arte não é rendosa"

Se me amarro ao tesouro

Criará a minha obra?


"Ganhe dinheiro"

"O raro não é rendoso"

Se me regulo ao formato

Verterá o meu arrojo?


Otimizar


Otimize

Sonho é extrato?


Otimize

Poema é sustento?


Otimizar


Otimize

Música é imóvel?


Otimize

Filosofia é serviço?


Otimizar


16. Outros lados


Ser um só, apenas chato

Não me convence

Quero outros lados


Ser um livro, apenas calmo

Não me enlaça

Faço outros lados


Outros lados


18 livros, apenas traço

Não me exprime

Levo outros lados


5 anos, apenas átimo

Não me defende

Ganho outros lados


Outro lados


Não acreditei que teria tantos lados

Lados que eu não fomentava

Lados já abandonados


Não acreditei que diria tantos lados

Lados que eu não planejava

Lados já resignados


Outros lados


Não acreditei que olharia outros lados

Lados que não concordava

Lados já apreciados


Não acreditei que juntaria outro lados

Lados que não amparava

Lados já fragmentados


Outros lados


A ruptura e a continuidade dos lados

O descanso e o confronto dos lados

A justiça e a maldade dos lados

O estrago e o remendo dos lados


Outros lados


Lados! Expliquem!

Lados! Outros lados!


Lados! Venham!

Lados! Outros lados!


Outros lados


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Aviso: estes poemas foram escritos com o auxílio de Inteligência Artificial (IA).

A Inteligência Artificial utilizada foi, principalmente, da Google (Gemini).


Esta Inteligência Artificial foi utilizada na busca de sinônimos para as palavras constantes nos poemas.


Esta Inteligência Artificial também foi utilizada para detecção de inconsistências gramaticais, ortográficas e semânticas constantes nos versos.


Esta Inteligência Artificial foi utilizada para a busca dos significados de algumas palavras e termos constantes nos poemas.


Esta Inteligência Artificial não foi utilizada para a criação total e/ou parcial de versos e/ou estrofes dos poemas.


O autor analisou alguns poemas do livro usando a Inteligência Artificial do X (Grok), devido a necessidade de ter uma interpretação poética alheia a seu trabalho.

Essas análises foram realizadas a título opinativo, não influindo na correção e/ou alteração dos versos dos poemas.